A história da família Bros

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    MaRio.BRoS
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    A história da família Bros

    Mensagem  MaRio.BRoS em Sex Dez 17, 2010 8:02 pm

    Prólogo

    Há cerca de quinhentos um renomado cientista da época fundou o laboratório de Lighthal. Anos mais tarde a corporação Rekenber comprou as instalações e diversos vilarejos próximos e assim deu início a grande cidade hoje conhecida por Lighthalzen. Com todo o esforço e com a invenção da Aeronave Lighthalzen hoje é o pólo comercial e tecnológico da República de Scwartzvald.
    Atualmente as pessoas vivem felizes por esta bela cidade-estado, existem pequenas desavenças entre os que moram nas áreas residenciais de luxo com os que moram nas favelas e até a ocorrencia de ataques de gangsters, mas ela sobrevive e progride continuamente.

    Capítulo I: A família Bros

    "Aqui estou, ao lado de Dora e Vrael Bros observando-os antes de sucumbir à minha ganância. A exímia Criadora do campo de pesquisas avançadas do Quartel-General da Guilda dos Alquimistas e o magnífico Lorde unido a uma das grandes empresas de Lighthalzen. Agora lamento pelo que fiz, vê-los neste estado me torna um assassino. Dizem que quando se está prestes a morrer, toda a sua vida passa diante de seus olhos e você descobre quem realmente é. Então permita-me descobrir isto antes de me unir a eles no outro mundo."

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    "Meu nome é Konungr, nasci no dia 22 de uma sexta-feira em abril, sempre fui tímido, medroso e sofria para os valentões do colégio. Isso até conhecer Vrael, Vrael Bros. Um garoto alto, de cabelos castanhos escuros e pele morena clara. Aos meus olhos ele era corajoso, divertido, simpático e era simples já que perdeu seus pais ao nascer."

    - Ei! Vocês aí, deixem ele em paz.

    *Um dos quatro garotos olha para tráz e percebe que a voz vinha de Vrael.*

    - Ah! Will, é ele vamos sair daqui. Da ultima vez meu pai me bateu quando cheguei em casa por ter apanhado para ele em um grupo de quatro.

    - Sim, vamos. Mas saiba de uma coisa Vrael, pegaremos você logo, logo. Estou prestes a me tornar um gatuno. Você continua aí, plantando grãos. Meu pai disse que a terra por aqui é pobre em nutrientes, não eprcebeu que estamos cercados de canions e montanhas onde a vegetação é esparsa e pouca?

    *Os outros riram juntamente com Will logo após seu discurso maldoso.*

    - Acho melhor saírem daqui.

    *Os quatro garotos saíram andando para bem longe de vrael, com um deles, o mais baixo e medroso, sempre olhando para verificar se estavam sendo seguidos.*

    *Vrael estende a mão para Konungr com um sorriso alegre no rosto.*

    - Venha, levante-se. Não deveria deixá-los bater em você sempre que não ganha dinheiro de seus pais.

    *O garoto aceita a ajuda e se levanta meio cambaleando e limpa o rosto, onde haviam alguns arranhões e machucados, com um lenço azulado.*

    - Eu sei, obrigado de novo. E não ligue para o que eles dizem, logo seus grãos darão certo, vai ver.

    - Não se preocupe, ontem reclamei com o vendedor e ele me explicou tudo isso. Agora não poderei ser o fazendeiro mais bonito daqui. Procurarei algo melhor, talvez o poderoso Vrael Bros ou o Gênio vrael, aquele que superou até o doutor Zenite Zeto Lighthal ou quem sabe...

    - Hahahahaha, não é Zenite Zeto Lighthal, é Doutor Zenit Zerter Lighthal e passá-lo sem ao menos ter os ensinos primários da escola seria difícil.

    - ... Nem sabemos se ele estudou, já pensou na possibilidade dele apenas ter sido criativo?

    - Hahahahaha, nem pensar. Meus pais dizem o tempo inteiro que ele concerteza era um gênio e que estudou muito para ter tal título. Mas não se desanime, me ajudou tanto, o que acha de ajudá-lo desta vez?

    - Me ajudar?

    - Sim. Meu pai é um bom comerciante e trabalha em Alberta. Retorna para casa nos finais de semana, embora odeie viajar de aeroplano.

    *Eles riem um pouco sobre tal fato.*

    - ...Mas ele é legal e conseguiu três bolsas para seus filhos.

    - Mas ele só tem você.

    - Sim, mas os ricassos por aí acharam que ele era um desses que se enchem de filhos. Se quiser posso pedir para ele lhe dar uma. Minha mãe já vai doar uma ao meu primo mesmo.

    - S..sé..sério?

    *O garoto abre um grande sorriso no rosto e enche os olhos de esperança por uma vida melhor.*

    - Sim, melhor do que jogar fora. Eu escolhi estudar na Escola de Magia de Geffen, meu primo pegou o outro antes mesmo de eu ver o que era, mas acredito que fosse sobre ferreiros, ele adora isso. E para você sobrou algo na Cavalaria Real, poderá se tornar um grande cavaleiro um dia.

    - Obrigado amigããããão, muito obrigado mesmo.

    *Konungr consegue se livrar do longo abraço de vrael e acrescenta: *

    - O que está esperando, vamos lá falar com meu pai agora mesmo. Ele retorna depois de amanhã nos levando. Concerteza ele te dará a bolsa.

    *E então os dois amigos seguiram rumo à uma grande mudança em suas vidas.*

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    "Alguns anos depois retornei a Lighthalzen assim como havíamos marcado. No dia 1 de Janeiro dentro de 10 anos, no festival de ano novo. Ao chegar no festival e procurá-los os encontrei, estavam num bar bebendo os maravilhosos sucos de frutas que vinham de todo o mundo trazidos por comerciantes e feitos pelos melhores chefes da cidade. Meu primo já havia se tornado um ferreiro, assim como havia imaginado, ao seu lado estava Vrael. Quando o ví fiquei espantado. Ele era um cavaleiro. Eu havia estudado tanto para retornar como um Bruxo e mostrar que era melhor que ele ao menos nos estudos, mas pelo visto ele também se esforçou e se manteve firme e forte."

    *Vrael olha para traz com uma cara sorridente como sempre e nota Konungr de pé com uma cara de susto.*

    - Hey! Konungr, venha aqui, estamos aqui.

    *Ambos começam a acenar para ele que nem crianças numa escola ao ver seus pais chegando para lhes buscar.*

    *Konungr se aproxima e alí começam os festejos, risadas e o início da noite das histórias engraçadas.*

    "Por alguma razão achei que por eleTalvez tenha sido neste momento que minha inveja surgiu."

    --------------------------------------------------------------------------------------------

    "Um ano depois meu primo viajou, falava sobre uma grande descoberta e simplesmente sumiu. Eu e Vrael resolvemos não abandonar a cidade, precisávamos a proteger dos contantes ataques de gangsters e resolvemos trabalhar por lá. Sim, entramos no ramo de pesquisas e desenvolvimentos tecnológicos da cidade. Nada havia de gênios residindo conosco, nem conhecimentos sobre essa área tínhamos, fomos apenas com a coragem e prontos para crescer ou sucumbir.. juntos."

    "Todo ano ocorria um festival na cidade, este tinha duração de uma semana. Nele pesquisadores, estudiosos e inventores articipavam. Tudo para conquistar o título de vencedor, gênio do ano. Isso trazia status à Guilda, corporação ou empresas relacionadas com o vencedor, por isso muitos participavam."

    "No mesmo ano que iniciamos começamos bem, havia um cavaleiro para ir buscar itens melhores para o desenvolvimento e um bom Bruxo para resolver qualquer problema que os mecânicos não resolviam. Dupla incrível. Nosso patrão nos mandou para este festival, a espresa estava falindo e não haviam muitos que servissem para ajudar a se reerguer."

    "Foi neste dia, neste maldito festival que ela apareceu. Dora reisa. Uma bela joven que tinha nossa idade, tinha cabelos de cor estranha nada normal para a cidade, eram de cor violeta, roxa, nunca entendi aquela cor. Pele clara, se me lembro seus olhos tinham praticamente a mesma cor do cabelo. Ou algo assim. Quando a vimos, foi ódio a primeira vista. Nós a odiávamos pois ela era a garota prodígio da Guilda dos alquimistas, se não a derrotássemos nossa pequena empresa iria falir e seríamos obrigados a nos separar e buscar pelo mundo algo a se fazer."

    "Por três anos seguidos ela nos venceu, por ficarmos em segundo lugar a empresa se manteve, mas se encontrava em situação precária e instável. Foi por isto que resolvi me unir a Corporação Rekenber, a grande corporação que tudo dominava. Lá sim, concerteza teria futuro, não importassem as consequências. Pena que Vrael não pensava assim. Haviam boatos que apenas pessoas do ramo conheciam, a Rekenber fazia transporte ilegal de Guardiões de castelo e armas poderosas para grandes organizações secretas. Deste momento em diante, não havia mais a disputa entre a guilda dos Alquimistas e nossa empresa, agora a Rekenber tinha a mim."

    "No quarto ano a coisa foi diferente, não falava mais com Vrael,pois sempre insistia nos boatos e dizia para retornar. Jogava em sua cara que apenas não sabia se virar sem mim, sem magia. E aquela maldita garota.. ela começou a trabalhar que nem louca, sabia que desta vez a Rekenber tinha chances de abandonar a medalha de bronze e pegar seu título. Tinha medo que ela vencesse então fiz com que um de meus auxiliares contratasse gângsters para arruinar seu trabalho um dia antes do início do festival."

    - Nãão..não..quem fez isso?

    *Dora chorava muito, não era de se esperar havia depositado muito tempo, amor, esforço e vontade naquela pesquisa. Tentaram acalmá-la mas de nada adiantou.*

    "No dia das apresentações Vrael soube do ocorrido e foi perguntar sobre o incidente. Foi neste dia que o ódio sumiu e o nascimento de um novo sentimento surgiu. Isso me arruinou. Fiquei em segundo lugar naquela feira. Novamente subestimei meu velho amigo, ele venceu."

    "Desde então eles começaram a trabalhar juntos, não na mesma corporação, mas se ajudavam. E isso me irritava, me atrapalhava, me deixava louco."

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    "Anos depois a empresa de Vrael havia se tornado uma das grandes. Não tão quanto a Rekenber, mas prometia. E o que mais me deixou louco foi saber do casamento entre eles. Imaginem só.. Dora Bros e Vrael Bros. E faltava apenas uma semana para o festival que determinaria o rumo das corporações. Neste grandes empresários e renomados aventureiros compareceriam, concerteza se aliariam a vencedora."

    - DROGA.

    *Konungr grita enquanto dá um forte tapa na mesa.*

    - Isso não é possível. Desta vez preciso ganhar, a Corporação Rekenber necessita destes empresários, os negócios irão aumentar muito com isso.

    - Não se preocupe tanto, iremos ganhar. Temos você aqui não acha?

    *Dizia o atual braço direito de Konungr, um arruaceiro renomado por Rune Midgard.*

    - VOCÊ PENSA POR ACASO? HÃ? AQUELES DOIS ESTÃO JUNTOS SEU IMBECIL. DORA BROS, A EXÍMIA CRIADORA E VRAEL BROS, O MAGNÍFICO LORDE. AaAaaaAaaA..

    - Que isso. Você agora é um arquimago oras.

    *Dizia Kilf, enquando mascava um pedaço de grama.*

    - Não me entende não é? Juntos eu sou apenas um qualquer.

    - Então os separe, seria mais mole, mole com apenas um deles certo?

    - Brilhante!

    *Dizia Konungr com um grande brilho nos olhos e logo abria um sorriso maléfico.*

    - É isso que devemos fazer, separár aqueles dois.

    - Deixa comigo, me livro dele numa boa.

    *Rapidamente Konungr gira e segura o braço de seu companheiro.*

    - NÃO! ELE NÃO. Ainda pode ser meu amigo, sem ela tudo pode voltar ao normal. Se livre dela.

    - Humm! Pode ser, ao menos distraia ele. Não quero interrupções em meu serviço.

    - Começe imediatamente. Temos apenas um dia para isto.

    - Amanhã mesmo executarei meu plano. Não se preocupe.

    "Neste momento acreditei que tudo podia retornar a ser como era... mas estava errado."

    *No dia seguinte Konungr foi até a casa de Vrael e iniciou seu ato impensado. Começou conversar, pedir perdão, suplicar falsamente a amizade dele e de sua, agora, esposa.*

    - Meu amigo. Por tanto tempo esperei por isso. Não aguantava mais viver sem meu grande parceiro. Tem tantas coisas que queria compartilhar, mas você apenas me evitava.

    - Sério? O que é?

    *Konungr por um momento esqueceu do que estava fazendo e começou a ouvir e conversar como era antes.*

    - Eu tive um filho. Faz duas semanas eu acho.

    - Verdade? Magnífico, sempre quis ter filhos. Pena que o trabalho não me deixa tempo para me envolver com mulherer.

    - Haha! Você que trabalha demais, descançe um pouco. Nunca mais lhe ví nos festivais de reveillon. Ah! acho que ele nasceu há 12 dias.. ou seriam quinze dias?

    *Neste momento, enquanto Vrael pensava alegremente sobre o tempo de vida de seu filho Konungr despertou, lembrou da situação que envolveu aquela família e queria concertar.*

    - On..onde está Sua esposa? A Dora.

    - Ah! Eles foram passear nos campos. Hehe! A patroa me fez ficar e terminar os acréscimos para o festival.

    - Ah! Meu Deus! Tenho que ir.

    *Konungr rapidamente saiu e correu o mais rápido que pode para os campos de Lighthalzen.*

    *Ao chegar já era tarde, Dora estava quase inconsciente encostada numa árvore. Seu braço direito estava morto no chão, proavelmente pelo poderoso homunculus de Dora.*

    -Meu Deus. O que foi que eu fiz?

    *Foi então que percebeu.. o pequeno bebê estava deitado chorando no carrinho cercado de poderosos orcs, eram azuis e não eram comuns. Havia uma espécie de dragão com eles, não era grande como diziam as histórias, mas era o suficiente para dar trabalho há um arquimago.*

    *As ordens de Konungr para que todos se afastassem não adiantaram. Então se preparou para a batalha.*

    - Konungr, você esqueceu seu...

    *Vrael simplesmente fica paralisado ao ver sua esposa caída ao chão e seu filho nas mãos de monstros.*

    - Ma..mas.. mas o que é isso?

    - Me desculpe.. não cheguei a tempo de parálos.. é tudo culpa m...

    *Rapidamente Vrael pega um pedaço de madeira no chão, ele não estava vestido para combate. Vestia uma camiseta branca e uma calça preta. Calçava chinelos e nem penteado os cabelos após o banho tinha feito.*

    - DORAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

    *Vrael pega o pedaço de madeira com suas duas mãos e corre em direção aos monstros.*

    - Espere.. eles são muitos, são mais de 10.

    - AAAAAHH!

    *Ao perceber que Vrael não pararia, apenas vira-se e começa a lutar também. Ambos correm em direção aos orcs com toda sua força.*

    - AAAHHH!!

    .................................................................................................................................

    "Aqui estou, ao lado de Dora e Vrael Bros observando-os antes de sucumbir à minha ganância. A exímia Criadora do campo de pesquisas avançadas do Quartel-General da Guilda dos Alquimistas e o magnífico Lorde unido a uma das grandes empresas de Lighthalzen. Agora lamento pelo que fiz, vê-los neste estado me torna um assassino. Dizem que quando se está prestes a morrer, toda a sua vida passa diante de seus olhos e você descobre quem realmente é. Então permita-me descobrir isto antes de me unir a eles no outro mundo."

    *Todos os orcs foram mortos, o dração fugiu.. ao ver dos camponeses que logo chegavam, havia alguem montado neste, mas estava distante. Nada poderia se dizer.*

    *Konungr olhava para o lado e via Vrael, morto. Escorria sangue de sua boca, haviam 3 machados encravados em suas costas, 7 flechas em seu peito, Já não tinha mais seu braço direito. Mas havia um ar de alívio em seus olhos abertos, sem vida, mas aliviados. Antes de morrer Vrael viu a fuga do dragão, enchergando já meio embaçado, viu seu filho são e salvo, chorando, afinal sempre chorava tirava o sono do casal todas as noites querendo algo. E antes de morrer, sua esposa se encontrava viva e pediu, provavelmente a um Deus, para que ela fose salva.*

    "Vrael está morto, meu amigo.. Dora.."

    - Konungr.. cof..cof.. Por favor, cuide de nos..nosso filho.

    *Dora falava enquanto a vida lhe esvaía.*

    - Seu nome é Mario.. Mario Bros.

    - O que.. eu? Mas.. mas..

    - Hehe! Sempre brigamos, mas Vrael sempre disse que tinha um bom coração. Por favor, proteja-o. E obrigada. Obrigada por trazer Vrael até mim, ele foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida. Sempre..sempre..

    - Não, espere.. cof..cof..

    "Não, a culpa foi minha. Não posso simplesmente sair como o herói."

    - Sempre acredite na possibilidade de uma nova vida. E saiba que nunca o deixamos de lado. Apenas aguardávamos que sua raiva passasse. Pena que foi justamente hoje.

    - Não é isso.. Dora.. eu..

    - Adeus, meu amigo. Adeus, meu filho. Adeus.. meu amor.

    *E assim Dora se foi, segurando a mão de Vrael e observando seu filho no carrinho. E pensava antes de morrer: *

    "Não adianta chorar, agora chegou nossa hora de dormir. Hehe!"

    *Dora se vai, espichando a boca para formar um sorriso, provavelmente era assim que queria deixar de lembrança para seu filho. Um sorriso. Simples e repleto de amor.*

    - NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOO. Dora.. Vrael

    *E assim, Konungr perdia a consciência.*

    "Não.."

    --------------------------------------------------------------------------------------------

    *Anos se passaram, Mario Bros foi criado por Konungr. Teve uma infância simples, cheia de alegrias com seu "tio", assim o chamava, e nunca soube da verdade por trás da morte de seus pais. Sabia apenas o que todos achavam, uma cilada formada pelos orcs. Mas sem se saber como vieram de tão longe. Alí pairava um mistério, nunca investigado.*

    *Ao fazer 10 anos, Mario teve a oportunidade de escolher em que guilda gostaria de estudar, ou se gostaria de ser outra coisa. Por várias semanas penseou sobre o que ser. E no fim, decidiu ser tão bom quanto seu pai foi. Queria ser um Lorde. Mas também queria ser como sua mãe, porém, deixou para pensar como numa outra hora.*

    *Quando Mario viajou para a Guilda dos Espadachins, Konungr sumiu. Nunca mais houveram relatos sobre este. Apenas que no mesmo dia da partida de seu primo, agora Mestre Ferreiro, ele também sumiu. Boatos diziam que foram juntos para o tal "Novo mundo" que seu primo tanto falava, mas eram apenas histórias.*

    --------------------------------------------------------------------------------------------

    *E assim, a aventura do filho de dois grandes guerreiros se inicia. A procura pelo seu tio, a investigação sobre a morte de seus pais e o sonho de superá-los e trazer-lhes orgulho um dia.*
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    lol

    Mensagem  MaRio.BRoS em Sex Dez 17, 2010 8:03 pm

    Meu Deus! Na minha cabeça a história estava tão pequena..
    Ficou enorme.. T.T
    Desculpem-me. Razz

    E me digam se ficou boa. cheers
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    Re: A história da família Bros

    Mensagem  -Rockstar- em Sab Dez 18, 2010 9:00 pm

    Sem Brincadeira, Realmente uma Ótima Fanfic. Sugiro que todos que possam, que a leiam.

    Já pensou em postá-la no Ragnatales? É um site/fórum para fãs de Role Play, e realmente sua Fanfic irá fazer muito sucesso e será apreciada por muitos.

    Me emocionei na hora da morte de Dora, ela que descansou sem o menor rancor do Arquimago.

    Espero que poste o próximo capítulo logo, sinceramente quero acompanhar essa fanfic!

    Meus Parabéns.

    Abraços, Rockstar.
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    *.*

    Mensagem  MaRio.BRoS em Dom Dez 19, 2010 1:09 pm

    Muito obrigado! Very Happy
    Fiquei realmente contente pela minha primeira fic ter tido um elogio. Shocked
    E não sei se deveria postar no ragnatales, sabe.. provavelmente está lotada de gente experiente e que sabe do assunto. Acredito que ainda seja cedo para algo assim. =P

    Realmente agradeço e prometo dar uma continuidade assim que puder. =]
    [Estou conseguindo me enturmar. o/]
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    Maravilhoso

    Mensagem  Bento em Ter Dez 28, 2010 4:52 am

    Sinceramente ficou muito bom, faço minha as palavras do nosso amigo Rockstar, quanto a postar no Ragnatales.
    Também me emocionei com a morte da Dora, sendo tão pura mesmo a morrer.

    Parabéns, e espero pelo próximo capítulo.

    Bento Quevedu.
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    Re: A história da família Bros

    Mensagem  Icarus Morrisane em Sex Fev 04, 2011 5:56 am

    Fanfic muito boa, muito bem bolada.
    Gostaria de ler o resto... se isso for possível um dia.

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    Re: A história da família Bros

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