Crônicas de um Espadachim

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    Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Qui Mar 31, 2011 10:29 am

    Capítulo 1 – A Origem


    Ikke nasceu em Brasilis, vindo de uma família normal de classe média baixa, seu pai é honesto e trabalhador, sua mãe trabalha em uma estalagem em Brasilis não muito humilde, mas também não um luxo. Seu irmão mais novo se chama Kaoro, sua mãe Cici e seu pai Ivanius.


    Ikke era uma criança comum como outra qualquer seu sonho era se tornar um grande guerreiro mas seu pai não concordava muito com isso:

    - “Ikke meu filho, vai estudar para ser alguém na vida e não sofrer tanto trabalhando como seu pai.”


    Seu pai sempre deu muita importância aos estudos fazendo com que ikke sempre estudasse, o que acabou tornando-o um menino muito inteligente, com um raciocínio rápido e concentrado no que fazia.

    Um dia sua mãe estava de folga em casa e pediu um favor a Ikke:

    “- Filho, faz um favor para a mamãe?”

    - O que mãe?

    - Vai lá no mercador comprar 3 cocos para mim, pois quero fazer a cocada que seu pai tanto gosta, faz isso para a mamãe?

    - Ah não mãe! Já fui comprar as bananas ontem, por que você não manda o Kaoro?

    -1º porque seu irmão é 3 anos mais novo que você, além do mais com 10 anos um menino como você tem que aprender a usar os zenys que eu e seu pai ganhamos com tanto suor. Olha, ainda te dou alguns zenys a mais para você comprar um açaí, com isso não precisa voltar nesse sol sem tomar algo refrescante. O que acha?

    - Um açaí? Ok! Aceito.. Vou lá agora...

    Cici entrega os zenys para ikke, que feliz da vida vai comprar os cocos para a mãe.

    - Moço! Me vê 3 cocos e 1 açaí?

    - Sim, jovem criança..Tome aqui... Deu 3 cocos 15 zenys, com 10 zenys do açaí, total de 25 zenys certo?

    - Sim, obrigado...

    Ikke caminha de volta pelo calçadão de Brasilis em direção a sua casa, quando se distrai e não vê o que estava a sua frente...Um templário em cima de um peco derruba ikke que olha seu açaí todo derramado no chão..

    - Opa! Me desculpe garoto...Você deve prestar mais atenção por onde anda...

    O templário olha o garoto que estava com uma cara de triste por causa de seu açaí, então o templário chama ikke para perto dele e estende a mão..

    - Ei garoto! Qual o seu nome?

    - Ikke senhor...

    - Venha cá chegue mais perto...Isso, agora tome..

    Ikke abre a mão e olha a quantidade de zenys em suas mãos...

    - 200 zenys?! Pra mim? Isso tudo?

    - Sim jovem, vá comprar seu açaí novamente...

    - Ok! Muito obrigado moço!

    - Não há por que agradecer, agora vá e preste mais atenção..


    - Sim, obrigado mais uma vez, mas antes de ir posso te fazer uma pergunta?

    - Claro! O que é?

    - Reparei esse escudo em suas costas e essa espada na sua mão, você é um cavaleiro? Não é?

    - Não garoto inexperiente! Sou membro dos Cruzados, sou um Templário, sirvo a Deus junto a outros Templários como eu.

    - Que legal pode me contar mais sobre isso?

    - Claro vá comprar seu açaí, e venha para de baixo daquele coqueiro, por que está muito quente, aí sim conversamos.

    - Ok! Fui..

    Ikke então volta e conversa com o templário durante a tarde toda, tirando suas dúvidas e matando sua curiosidade.

    Enfim, eles terminam a conversa pois o Templário tinha que ir se encontrar com seu Clã em Prontera à noite.

    Ikke se despede, mas antes de ir o Templário deixa algo para o pequeno menino quando este precisasse de alguma coisa pudesse contatar ele.

    Ikke chega em casa, põe os cocos em cima da mesa e vai para a cozinha falar com sua mãe, não deu nem tempo de dizer nada e Cici já veio pra cima dele enchendo-o de pergunta..

    - Meu filho! Estava preocupada, você sai daqui de tarde só chega à noite, o que houve?

    Ikke explica tudo a sua mãe e diz que tem um importante comunicado a fazer a sua família, e gostaria de fazer uma reunião quando seu pai chegasse do trabalho.

    E assim se fez, Ivanius chega do trabalho, toma um banho e todos se sentam à mesa para jantar.

    Cici serve panquecas deliciosas que tinha comprado no dia anterior em Moskóvia em uma cozinheira muito amiga sua, que fazia um desconto muito bom para ela, serviu também carne com batatas e de bebida o maravilhoso suco de uva que Ikke tanto gosta, mas para Ivanius ela deu um coquetel que aprendeu a fazer em comodo quando era garçonete e como era sexta-feira Ivanius queria relaxar...Terminado o jantar Cici serve de sobremesa a cocada..

    Todos ficaram muito satisfeitos e felizes.
    Então Ikke se levanta e diz:

    - Pai, mãe precisamos conversar...

    - Sim meu filho o que é? Diz seu pai com olhar de preocupação.

    - Pai, decidi ser um aventureiro! Me encontrei com um templário, ele tinha bastante dinheiro e era totalmente independente, decidi fazer isso para ajudar nossa família e sempre vou vim aqui visitar vocês.

    - Mas meu filho como você pretende sair mundo afora sem conhecer nada, isso é muito perigoso. Dizia sua mãe aflita.

    - Não mãe, Lancelot o templário vai me treinar e cuidar de mim até eu poder me cuidar sozinho, ele vai ser meu mestre, contei a ele sobre meu sonho e ele gostou da minha força de vontade e disse que eu tinha futuro.

    - Filho, não estou de acordo com isso, e pelo que vejo em seu olhar você já está decidido e mesmo que nós não deixemos você fazer isso, sei que irá acabar fazendo. Então espero que saiba o que vai fazer e o que irá enfrentar, você tem nosso total apoio, só estou deixando porque conheço a índole dos templários, são pessoas boas que dedicam suas vida para ajudar o próximo.

    - Obrigado pai! Sabia que o senhor ia entender, parto amanhã de manhã bem cedo! Prometo vim visitar vocês sempre que puder e mandarei dinheiro também para ajudar aqui.

    Ikke dá um forte abraço em seus pais e em seu irmão mais novo como despedida e vai dormir.

    Logo de manhã bem cedo, Ikke come o pão que a mãe deixou pronto antes de sair para trabalhar e dá um beijo na testa de seu pai sem acordá-lo, afinal trabalhou a semana toda e gosta de dormir até tarde no final de semana, pois Cici trabalha no sábado, então não tem muita companhia. Ikke sai de casa e se dirige ao local de encontro que tinha marcado com Lancelot.

    - Está atrasado garoto.

    - Desculpe, demorei a levantar.

    - Tem certeza que é isto que quer para sua vida? Se for, não tem como voltar atrás.

    - Sim Mestre, é isso que eu quero!

    - Ok, vou te treinar para ser um templário...Que comece sua jornada.

    Continua...
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Qui Mar 31, 2011 10:44 am

    Capítulo 2 – Um começo difícil
    - Ikke acorda! Já chegamos...


    - Já não! Que viagem demorada! Diz ikke esfregando os olhos por causa do sono.

    - Estamos em Alberta, cidade dos mercadores, vamos comprar algumas coisinhas para você.

    - Oba! Armaduras, Escudos, Equipamentos e tudo mais!!?

    - É, mas não se apresse..Venha..

    Ambos entram na loja de armas que ficava em frente à praça central de Alberta, Lancelot conversa com o vendedor e compra “as coisas.” Logo em seguida saem da loja e caminham em direção a saída norte da cidade entrando na floresta.

    - Bom Ikke, toma aqui sua faca e sua bandana..

    Ikke pensou em retrucar o motivo de seu mestre ter dado apenas uma faca, mas preferiu ficar calado e ver o que ia acontecer, pegou seus equipamentos e vestiu a bandana amarela.

    - Precisamos que você treine sua força e habilidades com uma faca, para depois você se acostumar e não se atrapalhar quando for usar uma espada.

    - Seu treinamento é simples, você tem que me trazer até o final do dia 45 plumas e 45 cenouras que os lunáticos deixam cair , mas antes sugiro que treine alguns golpes nas pupas. Certo?

    - Certo! Vou Começar! Isso vai ser mole!

    Lancelot ficava admirado com sua força de vontade e intrigado com sua determinação, mas se perguntava até onde o jovem promissor iria.

    - Ikke! Só mais um aviso..

    - Sim o que é?

    - Evite de todas as formas os Creamys! Você ainda não é páreo para eles! E você tem uma regra durante seu treinamento, você em hipótese alguma deve comer as cenouras.

    - Não entendi mestre, por que não?.

    - Eu estarei testando sua honra, não estarei aqui para te olhar, você deve ser honesto consigo mesmo em não mentir para mim e principalmente não desobedecer minhas ordens. Assim você está treinando a justiça que você tem para consigo, obediência e honestidade. Agora pode começar!

    E assim Ikke começa seu treinamento, usando as pupas como alvo atacando-as com diferentes combos.

    Depois disso se dedicou a coletar o que foi pedido, caçou durante a manhã toda, chegando na hora do almoço com muita fome lembrou da comida de sua mãe em cima da mesa prontinha e fresquinha.

    Ikke sentou-se no chão refletiu sobre desistir, mas parou se acalmou e contou quantas plumas e cenouras ele já havia conseguido.

    - Apenas 10? E a parte da manhã já se foi. E agora o que vou fazer? Estou cansado e com fome.

    - Vou descansar uns 5 minutos antes de continuar, pois assim pouparei tempo mais tarde, pois estarei mais disposto e coletarei mais em menos tempo.

    E assim o jovem aprendiz descansa, e continua caçando em busca de seu objetivo.

    Final de tarde, o sol está se pondo e o clima vai esfriando, nuvens negras fecham o céu indicando chuva, Ikke precisava se apressar ou ir ficar em maus lençóis, mas estava com fome e cansado, ele se senta novamente e conta suas conquistas.

    - 40 de cada! Faltam apenas 10 itens, mas já está escurecendo, e estou morrendo de fome e exausto. Pensa o menino.
    Logo em seguida Ikke perde os sentidos e cai no chão.

    Lancelot assistia tudo de longe, obviamente, para proteger o garoto de eventuais problemas.

    O templário chega perto do garoto o levanta levemente colocando-o sentado.

    - Ikke, Ikke, acorde! Toma, coma e beba isso vai se sentir melhor..

    Lancelot estende a mão e dá a Ikke uma carne e uma poção laranja.

    - Por enquanto isso deve ser o suficiente.

    -Uau! Funciona mesmo me sinto novo em folha e essa carne satisfez minha fome... disse Ikke revigorado.

    Assim Ikke volta ao treinamento e termina de coletar suas cenouras e plumas. No meio da noite entrega os itens para Lancelot que sorrindo diz:

    - 1ª Tarefa concluída! Você tem futuro jovem, percebi sua inteligência ao poupar energia para garantir sua sobrevivência. Vi também suas habilidades com a faca e conclui que você realmente tem vocação para espadachim.

    - Espadachim? Não era para eu ser templário? Sobre o que nós conversamos em Brasilis?

    - Conversamos sobre os Templários sua força, coragem, história e tudo mais, mas você não perguntou como faz para chegar até lá.

    - Vou te explicar coisas como classes, hierarquia e como funciona o mundo dos aventureiros, você precisa de conhecimentos agora.

    E assim Ikke escuta atentamente a tudo que seu mestre lhe ensinava e perguntava sobre tudo e tirava suas dúvidas.

    Ikke também continuou treinando duro ao lado de Lancelot que lhe designa várias tarefas desde entregas de documentos na guilda dos mercadores até caçar um número específico de filhotes de lobos e esporos.

    Treinou, treinou e treinou...

    Continua no próximo episódio

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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  DaniloMorgan em Qui Mar 31, 2011 10:49 am

    Capítulo 1

    Legal para o inicio de uma fic, espero que os proximos capitulos sejam tão legais quanto este.

    Gostei de quando ele tromba com o Templário e o Açaí cai no chão e ele fica com uma cara triste, e o Templário lhe dá 200 Zennys.

    Capitulo 2

    45 plumas e 45 cenouras! Coitado Durante a manhã só 10, e durante a tarde e parte da noite só tinha 40. Coitado dele.

    "É nóis que tá, somos Brasileiros e nunca desistimos!"
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Bento em Qui Mar 31, 2011 11:10 am

    Realmente, está ficando muito boa sua fic. Consegue prender o leitor a história. Gostei muito também, pois conseguiu expressar bem o que Ikke fazia.

    Só para melhorar mais ou pouquinho, (se é que me permite) tente apresenter melhor o ambiente ou lugar que o personagem estiver, por mais que todos já conheçam o lugar, fica mais legal, quando você descreve o cenário, dá uma sensação no leitor de estar presente no lugar. (Aprendi isso com o Rock. XD)

    Abraço,

    Bento Quevedu.
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  takeshimaid em Qui Mar 31, 2011 11:45 am

    Você basicamente colocou a vida de um brasileiro de classe média no cenário do Ragnarok e isso ficou muito legal Very Happy
    Como o Bento disse tente expressar melhor o lugar e também os sentimentos,É difícil prender um leitor só pela leitura você também tem que prender a imaginação dele, Até.

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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Qui Mar 31, 2011 2:16 pm

    Obrigado pela ajuda pessoal! E pelos comentários...Falarei mais sobre o cenário...

    Farei isso nos próximos capítulos...

    Abraços
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  -Rockstar- em Qui Mar 31, 2011 5:35 pm

    A história está tornando-se muito boa! Concordo com tudo que o Bento disse, vai lá garoto!

    Abraços, Rockstar.


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    A História de Rockstar A história de um espadachim sedento por vingança Aventura (completa)
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 01, 2011 9:47 am

    Capítulo 3 – O retorno

    Dois anos se passaram e Ikke já era um aprendiz mais forte e decidiu visitar sua casa.

    Chegando lá apenas seu irmão mais novo estava em casa com seu primo Eurus de mesma idade, os dois estavam brincando quando Ikke chegou:


    - Ikke, Ikke! Mano você voltou!

    Os dois irmãos se abraçam fortemente, matando as saudades um do outro, Eurus apenas observava de longe.

    - E aí primão como você está?

    - Tudo bem, e você? Fiquei sabendo que saiu em uma jornada.

    - Sim, sim! Aprendi muito nesse tempo, me tornei um pouco mais forte mas ainda tenho muito que aprender.

    - Nossos pais estão trabalhando Kaoro?

    - Sim só chegam a noite...Aproveite para descansar e nos contar sobre suas aventuras. Além do mais eu e Eurus
    queremos conversar com você.

    - Ok! Vou tomar um banho então..

    Assim Ikke toma um banho relaxante com uma água quentinha, (o que não fazia a bastante tempo, pois tomava banho em
    rios gelados).

    Foi no seu quarto estava tudo do jeitinho que ele havia deixado, deu um pulo em sua cama macia colocou os pés para o alto, e olhou para o teto refletindo sobre sua jornada.

    - Ikke, Ikkke!

    Kaoro entra no quarto eufórico e Eurus vinha atrás querendo saber sobre as aventuras de seu primo.

    Ikke então calmamente conta sobre tudo o que aconteceu, e os 3 passaram a tarde toda conversando e ensinando tudo o que aprendeu.

    A noite chega, uma brisa fresca e leve adentrava ao quarto onde os 3 irmãos conversavam indicando que um clima agradável, depois de semanas com sol escaldante.

    - Kaoroo! Papai e mamãe chegaram..

    - Mãmae! Papai! Que bom ver vocês! Adivinha quem veio nos visitar?

    - O Eurus seu primo nós já sabemos...Responde Ivanius colocando sua mochila em cima da mesa e sentando no sofá para ler o jornal.

    - Não, Não! Olhem só. Kaoro exclama se dirigindo ao quarto e trazendo alguém pelo braço.

    Ikke aparece e fica parado olhando para seus pais petrificado.

    - Pai...Mãe...

    Ivanius escuta aquela voz e levanta seus olhos pois não acriditava no que acabara de escutar.

    - Filho?! È você mesmo? Pergunta o pai enchendo seus olhos de lágrimas.

    Ivanius levantando-se rapidamente dá um forte abraço em seu filho e grita:

    - Querida! Vem ver quem veio para a janta... Chamando Cici que tinha ido na cozinha.

    Cici volta a sala e olha Ikke abraçado com seu pai, e senta-se no sofá com uma cara de espanto e diz com uma voz trêmula como se quisesse chorar:

    - Fi..Filho? É você mesmo Ikke?

    Caminhando em direção a sua mãe Ikke abaixa e dá um forte abraço em sua mãe dizendo:

    - Sim mamãe, sou eu!

    Cici muito emocionada retribui o abraço e cai em prantos, chorando muito.

    Ikke fica um pouco abraçado a ela pede calma e se afasta um pouco:

    - Acalme-se mamãe.. Eu trouxe uma coisa para você.. Diz Ikke puxando do bolso 3 sacolinhas de pano pesadas amarradas
    com uma corda na ponta.

    - Aqui mamãe pegue..

    Cici enxuga suas lágrimas e segura as sacolas na mão, abrindo uma por uma.

    Ela olha para Ikke e pergunta:

    - Meu filho quanto tem aqui?

    - 150 mil zenys.

    Cici olha para Ivanius e chora novamente abraçando Ikke.

    - Mamãe, prometo que trarei mais para te ajudar mas foi o que eu consegui nesses 2 anos, Lancelot não me dá o dinheiro
    ele quer que eu conquiste por minhas próprias forças.

    - Mas filho você não vai precisar?

    - Não mãe! Para um aventureiro basta meus equipamentos e minha vontade. Diz Ikke abrindo um sorriso no rosto.

    - Então vamos aproveitar e todos jantaremos juntos.;. Diz Ivanius animado

    Então todos se preparam para jantar, conversam, brincam, escutam as histórias de Ikke atentos a tudo o que ele dizia.

    Ikke passa 5 dias com sua família, matando as saudades.
    _______________________________________________________________________________________________________

    - Bom chegou a hora, mamãe, papai tenho que ir continuar minha jornada, mandarei notícias e zenys.

    - Mas já meu filho? Fique mais uns dias.

    - Não posso mamãe tenho que treinar e me tornar mais forte para poder me tornar um espadachim.

    - Ok! Filho vá com Freya e se cuide nós te amamos..Diz Ivanius dando um forte abraço em seu filho.

    - Aqui meu filho tome sua mochila, preparei ontem à noite pois algo me dizia que essa hora ia chegar, coloquei alguns
    pães, seu suco de uva favorito, e bananas que dão força. Vá com Freya e que Freya te Abençoe.

    - Obrigado mamãe e papai também amo vocês.

    Ikke caminha em direção a porta, preparado para sair, quando escuta a voz de Kaoro:

    - Não está esquecendo de ninguém não?

    Ikke se vira e olha Kaoro e Eurus com uma mochila nas costas.

    - O que vocês estão fazendo com essas mochilas nas costas?

    - Nós vamos com você! Também queremos nos tornar aventureiros!

    - Não senhor mocinho volte já para seu quarto que idéia doida é essa? Diz Cici nervosa.

    - Mamãe deixa eu ir com Ikke, nós 3 juntos podemos cuidar um do outro melhor do que ele sozinho e conseguiremos mais
    dinheiro e nossa família não vai precisar se matar tanto para sobreviver. Assim você e papai podem parar de trabalhar e cuidar da casa e curtir a vida um pouco também.

    - Mas.. Mas.. Ivanius diga alguma coisa! Diz Cici apreensiva sentando no sofá.

    - Deixe nos ir mãe, Kaoro tem razão, juntos podemos cuidar um do outro.. Diz Ikke com uma voz séria

    - Vão meus filhos que Deus proteja vocês! Diz Ivanius abaixando e dando um forte abraço em Cici.

    - Mamãe, precisamos de seu apoio..

    - É tia Kaoro tem Razão..Diz Eurus que ficara calado durante todo o tempo

    Cici levanta a cabeça olha para os 3 jovens determinados a fazerem isso pela família e diz:

    - Cuidem-se Meninos, que Freya os Abençoe e os guarde...

    Ela levanta-se e dá um forte abraço nos 3 e um beijo na testa de cada um.

    Continua...


    Última edição por Ikke em Sex Abr 01, 2011 6:20 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Bento em Sex Abr 01, 2011 10:58 am

    Está ficando muito legal. Quero acompanhar até o final.

    Fiquei surpreso quando Kaoro e Eurus decidem ir juntos a virarem todos aventureiros. ^^

    Continue...

    Abraço,

    Bento Quevedu.
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  DaniloMorgan em Sex Abr 01, 2011 11:39 am

    Bento Quevedu escreveu:Está ficando muito legal. Quero acompanhar até o final.

    Fiquei surpreso quando Kaoro e Eurus decidem ir juntos a virarem todos aventureiros. ^^

    Continue...

    Abraço,

    Bento Quevedu.

    Então somos 2, legal os dois quererem ir junto, porém será que o Lancelot não vai ficar irritado com isso? E que classe será que os dois vão ser, se não forem Espadachins também?
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 01, 2011 11:52 am

    rsrsrs, Obrigado pela força pessoal, gostei dos comentários, vcs sabem realmente como animar uma pessoa e encorajá-la a continuar escrevendo...

    Lembrando que essa história é baseada na vida real e em acontecimentos do rag, pois Eurus e Kaoro são personagens reais no rag sendo controlados pelo meu Primo e Meu irmão na vida real!

    E aí vai a resolução da sua curiosidade Danilo...O capítulo 4...

    Abraços
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 01, 2011 11:58 am

    Capitulo 4 – Os novos novatos
    - Ikke para onde vamos?

    - Vamos para Prontera, mas antes vamos saltar em Alberta e comprar umas poções. Além disso tomem aqui suas adagas.

    - Obrigado! Responde os dois novatos.

    Depois de comprarem as poções os três aventureiros caminham para a funcionária kafra e solicitam o teleporte para Prontera.

    - Uau! Quantas pessoas!! Isso é enorme.

    - Andem juntos para não se perderem, vamos caçar um pouco para colocarmos em prática tudo o que eu ensinei a vocês durante a viagem.

    Ikke leva os garotos para os arredores de prontera e designa a seu irmão e primo que matassem algumas pupas e porings para treinarem um pouco, enquanto isso Ikke colhia algumas cenouras dos lunáticos para que pudessem ter o que comer mais tarde.

    Estava sol, o clima seco de prontera devido ao deserto que ficava perto deixava os jovens aventureiros cansados rapidamente, tendo dificuldades para caçar.

    - Pessoal vamos por aqui não vamos descer mais que isso pois ali fica o deserto e ainda não somos forte o suficiente para encararmos. Meu mestre me explicou para ir lá apenas quando me tornasse um espadachim.

    - Ikke, falando nele, o que houve com seu mestre?


    - Bom Eurus, antes de voltar para casa Lancelot disse que tinha sido convocado para lutar no Exército de Croix em nome de um Príncipe que lutava com outro Príncipe por alguma coisa que não lembro, mas me lembro bem dele dizendo que ia acabar com os Guillaumes.
    Enfim disse que ia demorar nessa batalha, por isso me mandou para casa ver minha família. E por essa razão aceitei trazer vocês comigo não sei se ele aceitaria treinar todos nós, mas também não queria ficar sozinho nesse mundo, apesar de já ter feito minha cabeça para isso.

    - Entendi.

    - Agora venham comigo, preciso da ajuda de vocês para caçar uns grilos.

    Andando mais um pouco, os três chegam a um campo com pouca vegetação, algumas árvores baixas e muita areia, mas com um clima um pouco mais agradável por causa da vegetação.

    Assim sendo, Eurus e Kaoro sentam-se em baixo de uma arvora para descansar alegando fome. Ikke se agacha e puxa algumas cenouras de sua mochila.

    - Aqui está, comam essas cenouras para aliviar um pouco sua fome.

    - Olhem aquilo! É um grilo! Diz Eurus apontando para frente.

    - Olhem é um Rocker.. Venham comigo vamos matá-lo..

    Ikke dá o primeiro golpe enquanto Kaoro e Eurus atacavam o bicho por trás. Depois de alguns golpes o grilo saltitante é
    derrotado.

    - Bom trabalho gente.. Bebam um pouco dessa poção para se sentirem melhor e vamos continuar caçando.

    O sol já estava começando a se pôr e os jovens continuavam a caçar os grilos, recolhendo tudo o que eles deixavam cair.

    - Bom pessoal,vamos voltar para prontera e vender essas coisas.

    E assim se fez, os jovens venderam suas coisas, e decidiram ficar em uma estalagem em prontera para passar a noite e descansar.

    Entraram, pagaram a diária e escolheram um quarto, não era tão grande, mas era confortável janelas grandes deixando a luz da lua entrar e brisas de vento refrescavam o quarto deixando um clima bom, já que ficaram o dia todo no sol.

    - Boa noite Kaoro e Eurus! Durmam bem e se preparem que amanhã vamos caçar em na floresta de payon.

    - Ok! Boa noite irmão.

    - Boa noite primo.

    - Kaoro, Eurus, acordem já está na hora de irmos. Levantem, arrume as coisas tomem café e vamos.
    Novamente se dirigem a funcionária kafra e solicitam o teleporte dessa vez para payon. Chegando lá Ikke decide ir caçar
    esporos para continuar treinando.

    Enquanto caminhavam pela floresta eles avistam um esporo e partem pra cima deste com muita vontade, porém antes mesmo de chegarem no bicho, inúmeras flechas uma atrás da outra acertam o cogumelo em cheio fazendo o cair.

    - Viram isso! Exclama Eurus.

    - Olha lá, foi ele..Kaoro dizia apontando para um arqueiro atrás de uma árvore escondido.

    - O que ele é? Pergunta Eurus.

    - Meu mestre me contou sobre essa classe, são arqueiros, utilizam como armas o arco e a flecha atacando seus inimigos de longa distância sem serem notados.

    - Uau!!! Isso é muito legal!!! . Diz Kaoro encantado com o que vira e ouvira..

    - Vamos continuar.

    Os três seguiram em frente e continuaram caçando os esporos.

    Ikke já havia se tornado mais forte, e por isso decidiu atacar um esporo sozinho enquanto Kaoro e Eurus atacavam em dupla outro esporo, para coletarem mais itens com um menor tempo.

    E assim se fez, Eurus atacou um esporo e Kaoro o ajudava acertando-o por trás, porém Eurus estava levando todos os golpes do esporo e ficando bastante machucado.

    - Beba a poção ! Gritava Ikke de longe.
    Eurus puxou a poção do bolso tentou beber, mas o esporo não deixava golpeando Eurus fortemente deixando a poção cair.

    Kaoro desesperado errava seus ataques pois vendo deu primo sofrer não conseguia se concentrar.

    Ikke corre para tentar salvá-lo de um ferimento mais profundo, quando de repente Eurus olha para o esporo, que desferiria aquele que seria o último ataque.

    - Envenenar!

    Um gatuno aparece do nada e salva Eurus golpeando o esporo com Ataques Duplos e esquivando rapidamente dos ataques que o bicho dava. Como um último golpe novamente o gatuno dizia:

    - Envenar!

    Fazendo com que o esporo morresse.

    Eurus muito machucado se senta, e Ikke pega as poções e o faz beber. Kaoro olha para o gatuno e diz:

    - Obrigado, salvou nossas vidas!

    - Não precisa agradecer, todos estão bem?

    - Kaoro sai de perto dele, ele é um gatuno, quer te roubar!!

    O Kaoro dá um pulo para trás e se afasta do gatuno, que recua rapidamente parando ao lado de Ikke dizendo:

    - Eu, roubar? Pelo visto você quer ser um espadachim não é?

    - Sim e daí?

    - Daí que vocês esadachins tem uma visão muito distorcida dos gatunos, nem todos são ladrões, alguns de nós não
    precisam roubar para viver. Conseguimos viver com nossos próprios esforços.

    - Mas vocês que fazem sua própria fama.

    - Pois é, mas não foi um espadachim que salvou a vida de seu amigo. Esconderijo!

    O gatuno se esconde e some da frente dos três que se olham sem saber o que fazer.

    - Ikke, vou ser gatuno! - Diz Eurus com um sorriso do no rosto.

    - E eu Arqueiro! – Diz Kaoro simulando um arco na mão.

    - Vocês têm certeza disso?

    - Sim! E com habilidades diferentes nós 3 podemos nos proteger melhor. Diz Kaoro empolgado.

    - Ok então, Vamos treinar e ficar mais fortes.

    Continua...


    Última edição por Ikke em Sex Abr 01, 2011 3:39 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  -Rockstar- em Sex Abr 01, 2011 2:54 pm

    O português ta legal, não percebi erros graves, só de digitação e Prontera com letra minúscula no inicio da fanfic, mas ainda está faltando alguma coisa para mim, talvez o enredo e a personalidade dos personagens. Percebi que colocou detalhes da paisagem e está indo pelo caminho certo.

    Com tudo, continue e não desista, como primeira fanfic está excelente, mas pode melhorar!

    Abraços, Rockstar.


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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 01, 2011 3:40 pm

    Entendi o recado, ajeitei os erros de Prontera,

    Vou Melhorar nos próximos cápítulos

    Abração
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Seg Abr 04, 2011 10:39 am

    Capítulo 5 – Que comecem os testes

    Três anos se passaram, agora Ikke com 15 anos, Kaoro e Eurus ambos com 13 já tinham treinado bastante e estavam mais fortes, querendo fazer os testes para Espadachim, arqueiro e gatuno respectivamente.

    Passeando por prontera, os três jovens foram visitar a igreja, assistiram a um casamento um tanto quanto inusitado um cavaleiro e uma mercenária, já que aos olhos da sociedade um é do bem e outro é do mal..

    Saindo da igreja passaram em frente ao castelo de prontera, ficaram admirados olhando aquela estrutura bonita, bem ornamentada, toda feita de pedra, uma ponte de madeira para atravessar o rio que quando erquida servia de portão para o castelo, realmente algo muito ao estilo da Realeza.

    - Ikke?! É você mesmo? – Uma voz sai de dentro do castelo

    - Quem está aí? Sai da sombra e se apresente.

    - Então é você mesmo, nunca esqueceria essa coragem no tom de sua voz. Diz a voz caminhando em direção a luz do sol,
    saindo do castelo.

    - Mestre Lancelot! É você mesmo?

    - Sim, meu jovem pupilo, sou eu.

    - Mas o senhor não estava em uma batalha? Achei que não voltaria tão cedo, na verdade não sabia se iria voltar.. Diz Ikke abaixando a cabeça meio triste.

    - Levante essa cabeça garoto, duvidas de minha força? Claro que voltaria de um jeito ou de outro, mesmo que morresse no campo de batalha protegendo meus amigos, seria uma honra. Eu lutei durante esses 3 anos na Guerra ganhei a Medalha de Honra e alguns equipamentos melhores e fui dispensado por lutar tempo demais.

    Eurus e Kaoro dão um passo para trás de Ikke e apenas observam a conversa.

    - Mas deixando minha história de lado venha cá garoto deixa eu ver como você ficou forte.

    Ikke se aproxima de seu mestre, quando Lancelot olha os outros 2 aprendizes atrás de Ikke.

    - Ikke quem são esses?

    - Meu irmão Kaoro e meu primo Eurus.

    - Você os trouxe com você?

    - Sim mestre, eles desejaram vir comigo e eu aceitei e cuidamos uns dos outros durante esse tempo.

    - Hum entendo, o que você fez foi ter uma grande responsabilidade sobre esses garotos.
    Kaoro né? Venha cá meu filho.

    Kaoro se aproxima e diz: - Você treinou muito bem meu irmão senhor, ele nos ensinou muitas coisas, e com o que eu aprendi com ele desejo me tornar um arqueiro.

    - Hum, é mesmo que interessante, lutei ao lado de alguns caçadores e bardos, eles são guerreiros muito bons.

    - E você meu filho venha cá também..

    Eurus se aproxima: Meu nome é Eurus. Diz meio tímido ainda.

    Lancelot põe a mão nos ombros do garoto e pergunta:

    - E o que você deseja ser jovem?

    - Gatuno senhor!

    - Ora ora, me admiro com uma resposta dessas, eles não tem uma boa fama, mas lutei contra alguns e digo que são muito covardes, entretanto lutei ao lado de alguns que tinham mais honra que muito cavaleiro e templário por aí.

    - Sim mestre e todos nós já estamos prontos para fazer nossos testes mas não sabemos como começar e para onde ir. Diz Ikke.

    - Bom como estou de férias, acho que posso ajudar vocês nessa. Dizia o templário orgulhoso de seu pupilo e de seus novos pupilos.
    ____________________________________________________________________________________________________
    Lancelot, explica para os três aprendizes onde deverão ir para fazer os testes, falou para Ikke que o dele era em Izlude, o de Kaoro em Payon e Eurus deveria ir para morroc.

    Depois disso explicou que ambos deveriam fazer os testes sozinhos sem que pudessem ajudar um ao outro, pois assim passariam por sua própria força.

    - Bom levarei vocês até os locais dos testes 1 de cada vez, então qual de vocês quer ser o primeiro?

    - Eu mestre! Disse Ikke

    - Ok então! Vamos para Izlude.
    ___________________________________________________________________________________________________
    Ikke conversa conversa com o espadachim atrás do balcão e se inscreve para o teste, junto a outros aprendizes. O espadachim pede que Ikke e os outros aguardem que serão chamados.


    - Bom Ikke agora é com você, vou levar Kaoro e Eurus para fazerem seus testes e assim que vocês terminarem nos encontraremos na estalagem de prontera. Boa Sorte e lembre-se do que aprendeu.

    Lancelot, Kaoro e Eurus agora se dirigiam para payon onde se encontrava a guilda dos arqueiros.


    - Kaoro vá lá e pergunte o que é preciso fazer para se tornar um arqueiro.

    Ele conversa com o arqueiro responsável e volta:

    - Ele disse que para eu provar minha coragem e me tornar um arqueiro, preciso coletar um número certo de troncos específicos.

    - Ok! Então boa sorte!

    Assim Lancelot se dirige a Morroc com Eurus, levando-o para a frente de uma pirâmide.

    - Eurus, seu teste já começa aqui, você deverá passar pelo labirinto da pirâmide até encontrar a guilda dos gatunos e lá eles te explicarão seu teste. Boa Sorte.

    Então Eurus entra na pirâmide e começa seu teste.

    E assim cada bravo guerreiro começa seu teste cada um usando apenas seus esforços.
    _______________________________________________________________________________________________________
    Assim o espadachim responsável chama mais alguns candidatos incluindo Ikke e explica o teste.

    - Seu teste acontece em 3 fases, vocês deverão passar pela caverna, até chegar ao outro lado encontrando o fiscal de sala, e eles te mandarão para a fase seguinte, porém vocês têm apenas dez minutos para completar o teste. Boa Sorte!

    Então Ikke e os outros companheiros são mandados direto para uma sala escura de chão branco, algumas tochas acesas e completamente húmida.

    Ikke lembra-se de que seu mestre falou e não ataca bichos desnecessariamente, mas alguns chon-chons atacavam sozinhos atrasando-o.

    Certo momento da sala 3 Chon-Chon atacam Ikke juntos, ele se defende atacando, mas não vê o que tinha abaixo e se desequilibra e cai, parando em uma caverna com mais Chon-Chon e fabre todos atacando sozinho.

    - Se eu me distrair com eles não terei tempo para completar o teste, preciso ignorá-los.

    Ikke passa a correr procurando sair da caverna e voltar à primeira sala, mas cada vez que entrava em algum lugar dava de cara com uma parede.

    - Ah não! Mais um sem saída.
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Preciso coletar 15 Troncos do tipo estéril, 5 troncos de alta qualidade, e 10 troncos sólidos. Será que consigo? Diz Kaoro olhando atentamente os salgueiros.

    Passado um tempo, Kaoro senta-se e conta quantos troncos havia conseguido.

    - Tenho 10 troncos estéril, 5 sólidos e nenhum de alta qualidade. Não conseguirei se continuar assim, preciso matar salgueiros anciões para conseguir os troncos de alta qualidade mais rapidamente.

    Kaoro avança floresta adentro procurando os salgueiros anciões, mas matando os salgueiros que apareciam em seu caminho.

    Até que ele passa por um pé-grande e percebe que deveria está perto.

    Kaoro avista um salgueiro ancião, mas antes que pensasse em fazer alguma coisa, o bicho olha para ele e corre em sua direção enfurecido.

    - Droga! Ele me viu, tenho que correr.

    Mas de repente quando o salgueiro chega perto de Kaoro ele pára porém olhando fixamente o aprendiz em sua frente.

    - O que ele está fazendo? Não importa essa é minha chance!

    Kaoro parte para cima do salgueiro, quando de repente o bicho se move.

    - O que é aquilo no céu? Diz Kaoro olhando para cima

    - Não pode ser!! Lanças de fogo...
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Está muito escuro aqui, preciso tomar cuidado.

    Eurus segue correndo tentando achar o final do labirinto, matando alguns morcegos cinza que apareciam em seu caminho.

    - Olha parece que encontrei a saída! Diz Eurus correndo em direção a ela.

    Mas foi cercado por alguns morcegos que começaram a atacá-lo.

    - Esses são diferentes dos de antes, eles são vermelhos!

    Eurus ataca os morcegos com seus ataques sem muito sucesso, mas quando um caía aparecia outro.

    Quando percebeu tinha morcegos das duas cores, atacando-o de todos os lados.

    - Se eu continuar assim não conseguirei.
    Continua...
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Seg Abr 04, 2011 11:40 am

    Capítulo 6 – Os Resultados



    - Preciso correr!!

    Eurus corre dos morcegos bebendo suas poções laranjas e consegue escapar chegando a guilda dos gatunos.

    - Enfim a guilda dos gatunos...Boa Tarde...Quero me tornar um gatuno..O que preciso fazer?

    - Você quer se tornar um gatuno é? Humm.. Ok! Você precisa invadir uma fazendo e roubar 25 cogumelos..diz a examinadora

    - Só isso?

    - Acha pouco? Então boa sorte...
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Segunda Etapa concluída, dirija-se a terceira e última etapa, você ainda tem 3minutos. Boa Sorte. Diz o examinador do final da segunda etapa.

    Ikke corre contra o tempo passando pelos obstáculos e matando todos os chon-chon que se colocavam em seu caminho.

    Com muito esforço Ikke chega ao final da terceira etapa faltando apenas 30 segundos para o tempo se esgotar.

    - Parabéns meu jovem, você conseguiu, dirija-se ao espadachim chefe que ele te promoverá.
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Ahhhhhhhhh!

    Kaoro leva o golpe lanças de fogo do salgueiro ancião, mas continua correndo de volta a floresta e fugindo do salgueiro.

    - Sorte que eu trouxe essas poções, bebi todas elas, mas se não fosse isso não teria resistido. Acho melhor eu continuar nos salgueiros e pegar aos poucos do que arriscar minha vida assim.
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Consegui 15 cogumelos já, mais 10 eu saio daqui, preciso me apressar.

    E assim Eurus continua a roubar os cogumelos da fazenda até coletar no número necessário.

    Sem muitos problemas, tirando uns chon-chon irritantes, Eurus consegue os cogumelos e se dirige a guilda dos gatunos.
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Aqui está meu jovem, parabéns, Bem-Vindo Novo Espadachim!

    Ikke consegue passar no seu teste com êxito, com vestes novas caminha para o ponto de encontro combinado.
    _______________________________________________________________________________________________________
    - Aqui está os troncos!

    - Hum, vejo que você se tornará um grande arqueiro meu jovem.. Meus parabéns seja Bem-Vindo a Guilda dos Arqueiros.
    Kaoro também com sucesso em seu teste segue em direção a Prontera.
    _______________________________________________________________________________________________________
    - E então meu jovem ladrãozinho pronto para se tornar um gatuno?

    - Sim! Aqui estão os cogumelos que me pediu..

    - Deixa eu ver, humm, parabéns, Seja Bem-vindo , saiba que depois que seguir nesse caminho não tem mais volta, é isso mesmo que você quer?

    - Sim!

    - Ok! Parabéns Novo Gatuno!

    E assim Eurus também consegue passar em seu teste, e vai para Prontera.
    _______________________________________________________________________________________________________
    Quando os três se encontram na estalagem, olham as novas roupas de cada um, felizes, e começam a se abraçar dando parabéns uns aos outros.

    Lancelot chega à estalagem mais tarde com algumas bolsas, os 3 olham para ele não entendo o porquê de tanta bolsa.

    - Bom jovens, primeiramente parabéns a todos por terem passado em seus testes, quero dizer que como já esperava isso
    de vocês, fiz umas compras e quero presenteá-los pelo resultado positivo. Diz o templário com um sorriso no rosto.

    - Bom, primeiro Ikke venha cá. Continua Lancelot.

    - Sim Senhor!

    - Você está com 15 anos, e se tornou um espadachim, e como você quer se tornar um Templário comprei essas 2 coisas para você, uma espada afiada e forte juntamente com esse escudo resistente e quase impenetrável a ataques, e comprei também esses punhos de ferro.

    - Obrigado mestre. Diz Ikke ajoelhando-se diante de seu mestre segurando a espada nas mãos.

    - Kaoro para você eu trouxe esse arco composto com 4 aljaves de 500 flechas de aço cada um, e essas luvas para melhorar sua pontaria.

    - Obrigado senhor.

    - Eurus, para você trouxe essa adaga chamada Damascus e essa outra comum pois a damascus você ainda não conseguirá manejá-la, mas com o tempo poderá usá-la, tome esses 2 anéis eles te darão força.

    - Obrigado Mestre.

    - Agora preciso dar uma notícia a vocês, meu clã quer reunir todos os membros para treinar e evoluir para encararmos a Guerra do Emperium mês que vem, portanto me ausentarei mais uma vez.

    - Ah Mestre por quê?!

    - Ikke você não precisa mais de mim, você é forte e ficará mais forte ainda, mais que seu mestre, agora vocês devem continuar o caminho de vocês juntos, unidos e conhecendo pessoas novas, mas cuidado sejam cautelosos com quem não conheçam.

    - Acredito e confio em todos vocês, tenham cuidado, quem sabe daqui a alguns anos lutemos na Guerra lado a lado!

    - Adeus meus jovens aprendizes. Termina Lancelot virando de costas e acenando um sinal de positivo para os três.

    Continua...


    Última edição por Ikke em Ter Abr 19, 2011 11:20 am, editado 1 vez(es)
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Seg Abr 04, 2011 11:45 am

    Pessoal confesso que esses 2 capítulos não foram muito bom,

    pois não tinha muito o que contar, me privei dos detalhes, além do mais estou meio tenso, pois semana que vem tenho prova na facul e sabem como é....

    Então dei uma acelerada para prosseguir com o enredo, e prometo que nos próximos capítulos terá mais batalhas, aventuras e detalhes...Adianto que novos personagens entraram na Fic...Em breve Screens Shots na Fic..

    Então me desculpem pela leitura cansativa e direta...

    Abraços
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  DaniloMorgan em Seg Abr 04, 2011 1:22 pm

    Eles foram meio (meio?) atrapalhados mas conseguiram realizar os testes.

    Tah muito bem Ikke, a fic está ficando bem legal, você tem mão para ser escritor de fics.

    Pergunta mais que usada quando a fic é boa: Quando sai o próximo capítulo?
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Seg Abr 04, 2011 3:36 pm

    HUAHUAHAUHA

    VLWS a força Danilo Olha, durante essa semana mesmo, de repente dependendo de como estiver o dia amnhã aki no trabalho eu já faço.

    Esses 2 ultimos capítulos fiz hj aqui no trabalho, você me motiva muito a fazer
    , pois é bom que alguem leia e comente, dá vontade de continuar, já pensei em desistir pois estava desanimado... ~

    Mas já q sei que você lê vou continuar!!

    Abração
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  -Rockstar- em Seg Abr 04, 2011 9:35 pm

    Narrar um único teste já é dificil, imagina três! Ta perdoado! *esperando próximo capítulo*

    Abraços, Rockstar.


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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Ter Abr 05, 2011 3:34 pm

    Capítulo 7 – Um Novo Começo

    Três anos se passaram desde que Lancelot havia partido deixando os jovens aventureiros sozinhos.
    Porém agora mais fortes e experientes Ikke, Kaoro e Eurus andam pela floresta densa de Payon.

    Um vento forte batia nas folhas das árvores fazendo um sussurro estranho, apesar de a floresta ser silenciosa; Com muita sede por estarem andando a algumas horas, caçando lobos e jibóias, os três avistam uma árvore e sentam-se à sombra para descansar e se refrescarem tomando sucos e hidrotônicos.

    De repente escutam um pedido de socorro vindo de um espadachim correndo de 5 lobos. Desesperado vendo sua morte chegar, o espadachim vem na direção dos jovens.

    - Ajudem-me! Diz o espadachim correndo para trás de Ikke

    Ikke e Eurus tomam a frente segurando os lobos, enquanto Kaoro atacava de longe com suas rajadas de flechas.

    - Golpe Fulminante!

    - Envenenar!

    - Rajada de Flechas!

    Um a um os lobos eram derrotados, Ikke se aproxima do espadachim e lhe dá algumas poções para que cure suas feridas.

    - Qual o seu nome amigo?

    - Trafagaw Law. Mas pode me chamar só de Law.

    - O que está fazendo aqui sozinho na floresta?

    - Estou me fortalecendo, pois quero me tornar um poderoso cavaleiro e servir a Cavalaria de Prontera.

    - Entendo, desculpe nem me apresentei; Eu sou Ikke e esses são Kaoro e Eurus.

    E assim os 4 aventureiros começam a conversar no meio da floresta se apresentando e contando suas histórias e planos para o futuro.

    Law pergunta a Ikke se pode se juntar ao grupo em sua jornada, os 3 se entreolham e aprovam a entrada do novo membro.

    Então em um grupo maior os 4 decidem ir para um lugar chamado Fábrica de Brinquedos, Ikke conta aos demais que
    Lancelot havia lhe instruído para ir lá quando ficasse mais forte e tivesse um grupo bom, pois lá os aventureiros conseguem coisas boas e caras, como as pérolas, que valem uma boa quantia de zenys.

    Então foram para Alberta e pagaram a funcionária Kafra o teleporte para a Fábrica.

    Chegando lá eles já dão de frente com um duendezinho verde, rapidamente Law puxa sua espada e aplica seu Golpe Fulminate matando o tal duende.


    - Bicho fraco! Diz o espadachim guardando sua espada novamente.

    - Vamos com calma Law, não sabemos que tipo de monstros enfrentaremos aqui. Diz Ikke cautelosamente.

    - Ok, Ok, Vamos ver então o que nos aguarda.

    Então caminhando pela fábrica encontram 2 Presentes e 1 duende mas dessa vez de roupa vermelha. Eurus parte para cima de um presente usando seus Ataques Duplos enquanto Law ataca o outro e Kaoro dispara suas flechas contra o duende.

    - Ahhh! Esse presente é forte, não consigo com ele sozinho. Diz Law tomando golpes fortes, mas desferia seus golpes mais rápido que o presente.

    - Eu também não consigo, ajuda aqui Ikke. Grita Eurus esquivando-se de alguns ataques do presente.

    Kaoro derrota o duende com algumas flechadas e depois mira o inimigo de Law, para ajudá-lo.

    Ikke corre para ajudar Eurus, que se esconde deixando Ikke sozinho contra o presente, pois já estava bastante ferido,
    depois de Alguns Golpes Fulminantes, Ikke derrota o presente.

    Law já havia derrotado o seu também, mas começa a levar tiros sem saber de onde vem, era um soldadinho de chumbo que atacava o Espadachim de longe..

    Sem conseguir se mover devido a quantidade de tiros, Law começa a perder as forças, mas Kaoro dá cobertura disparando Rajadas de Flechas contra o soldado, destruindo-o.


    - Pessoal reúnam-se aqui rápido! Diz Ikke para seus companheiros, correndo para trás de um muro.

    Depois de se juntarem, beberam algumas poções e comeram algumas carnes.

    - Prestem atenção, não podemos sair correndo pela fábrica toda sem um plano de ataque e defesa.

    - Sim Ikke, mas você tem algum plano?. Pergunta Eurus.

    - Bom, devido ao conhecimento que temos sobre os monstros que já enfrentamos e ao nosso grupo ser limitado, 3 guerreiros na linha de frente e 1 de longa distância, eu tenho a seguinte tática de batalha: Kaoro você toma conta dos Soldadinhos de Chumbo que aparecerem nos dando cobertura. Sem eles pode nos ajudar a atacar a vontade.

    - Entendido.

    - Eurus você cuida de todos os duendes, verdes e vermelhos, na ausência destes pode ajudar o resto do grupo a vontade.

    - Ok, entendi.

    - Eu e Law vamos atacar os presentes juntos 1 por 1, assim derrotaremos mais rápido e não levaremos tantos golpes. Com isso conseguiremos coletar itens de todos os monstros e nos proteger ao mesmo tempo.

    - Ótimo plano Líder! Diz Law sorrindo para Ikke.

    - Não sou líder algum, mas lembrem-se que esse plano deve mudar se aparecer mais monstros.

    Assim os 4 guerreiros caçam e tentam sobreviver na fábrica de brinquedos, caçando e conseguindo itens bons para conseguirem zenys.

    Kaoro dando cobertura aos demais não deixava com que os soldados atirassem contra seus amigos;

    Eurus derrotava rapidamente os duendes com seus ataques duplos sem levar quase nenhum golpe;

    Law e Ikke derrotando os presentes e pegando Pérolas, caixas azuis e pedaços de bolo, conseguiam de fortalecer assim no novo lugar.

    Depois de um bom tempo lutando, Ikke e seus amigos param para descansar.

    - Estamos indo bem, é só manter agora. Diz Ikke entusiasmado

    Kaoro levanta-se de repente e começa a dispara flechas para trás de seus amigos!

    - O que está fazendo Kaoro?

    - Saiam daí! Corram!

    Os 3 olham para trás e avistam um cachorro de gelo caminhando vindo atrás deles.

    Law se levanta e parte para cima do animal...

    - Golpe Fulminante!
    Continua....


    Última edição por Ikke em Qui Abr 14, 2011 10:30 am, editado 1 vez(es)
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  -Rockstar- em Ter Abr 05, 2011 4:18 pm

    Há, um dos melhores capítulos da fanfic. Pode contar, quando surge um personagem no meio da floresta do nada é problema. Vamos ve se estou certo hehehe

    Abraços, Rockstar.


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    A História de Rockstar A história de um espadachim sedento por vingança Aventura (completa)
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 15, 2011 10:37 am

    Capítulo 8 – Separação


    Golpe Fulminante! Golpe Fulminante!

    Law ataca o animal, que tinha uma couraça tão dura que seus ataques não fazia muito efeito. Ikke e Eurus correm para ajudá-lo enquanto Kaoro afastava os Soldadinhos de Chumbo que apareciam ali.

    O bicho que parecia um filhote dá uma mordida na perna de Law, causando um grave ferimento no espadachim que logo para de atacar, e fica tonto.

    - Envenenar!

    Tentando distraí-lo Eurus ataca o filhote, enquanto Ikke tirava seu amigo do perigo e o levava para um local seguro.

    Ikke deixa Law sentado perto de Kaoro, que dava cobertura para Eurus lançando várias rajadas de flechas;

    Apesar de ser lento o filhote de gelo acertava algumas cabeçadas em Eurus, que se esquivava desesperadamente de alguns golpes. De repente o animal sai de perto de Eurus andando em outra direção.

    Era Ikke provocando o bicho!

    - Saiam daqui! Corram e levem Law para cuidar de seus ferimentos!

    - Mas e você? Vai lutar contra ele sozinho? Grita Kaoro nervoso.

    - Claro que não! Não sou maluco..Vou atraí-lo para outro lugar e vou fugir...Agora vão!

    Eurus e Kaoro carregam Law e o levam embora da fábrica, enquanto Ikke distraia o animal.

    Cansados de tanto correr, os 3 conseguem sair da fábrica e sentam-se em um banco do lado de fora.

    - Toma Law, beba isso. Kaoro tira da mochila 3 poções brancas e dá para Law beber.

    - Não deveríamos deixá-lo para trás! Fala Eurus com um tom de voz elevado.

    - Mas foi ele que escolheu isso, o que queria que nós fizéssemos? Ficado lá e arriscar a vida de todos? Eu também não
    queria isso, mas Ikke sabe o que faz, ele sabe que não tem chance de vencer aquele filhote maldito sozinho. Responde

    Kaoro no mesmo tom de voz de Eurus tentando acalmá-lo.

    Eurus se agacha para ver como Law está, e escuta ele balbuciando alguma coisa:

    - De..de..de..devemos confiar nele... Diz Law num tom de voz tão baixo que parecia que ia desmaiar.

    - O que ele disse? Pergunta Kaoro.

    - Que devemos confiar no Ikke..Diz Eurus abaixando a cabeça, deixando um silêncio suspenso no ar.
    _____________________________________________________________________________________________________
    Ikke continua correndo e provocando o filhote, quando avista mais a frente à saída.

    - Consegui! Ele não vai me seguir para fora daqui.

    De repente Ikke sente uma dor, rapidamente leva a mão ao ombro e sente o sangue escorrendo de sua sobrepeliz.

    - Droga! Que ferimento é esse?

    Quando ele levanta a cabeça olha um soldadinho de chumbo de longe mirando nele e disparando mais um tiro, Ikke se vira e corre mais ainda, mas dessa vez o tiro acerta suas costas jogando-o ao chão.

    Ele se levanta na mesma hora para continuar correndo em direção a saída, mas o tombo o atrasou fazendo com que o filhote chegasse perto o suficiente do jovem espadachim.

    O filhote de gelo chega perto de Ikke e desfere uma forte cabeçada praticamente derrotando-o;

    Ikke já no chão olha para o animal e pensa, muito abalado aceitando sua morte:

    - Pelo menos eles conseguiram escapar.

    E fecha os olhos esperando o golpe final.
    __________________________________________________________________________________________________

    - Ikke está demorando! Estou ficando preocupado, eu vou voltar! Diz Eurus andando em direção a fábrica novamente.

    Law segura o braço de Eurus e não o deixa ir, já um pouco mais lúcido olha para Eurus seriamente.

    - Ele já deveria estar aqui Law, vamos voltar e salvá-lo! Me solte!


    - Se formos lá morreremos todos e o sacrifício dele será em vão, tenho certeza que não era isso que ele queria.

    - O que devemos fazer então, ficar sentados aqui rezando para ele estar vivo? Eurus começa a ficar nervoso.

    - Não! Acho melhor, nos acalmar e procurarmos ajuda fazendo um grupo de busca.

    - Então vamos....
    ___________________________________________________________________________________________________
    -Curar!

    Uma aura verde surge em volta de Ikke curando todos seus ferimentos.

    - Levante-se daí Garoto! Você é ou não um espadachim?

    Ikke se levanta olha para a garota parada em frente a ele dizendo algumas coisa estranhas, e sente-se mais rápido e mais forte.

    - Ande, agora você está mais ágil e eu te abençoei mate-o!

    Ikke sem entender muito bem, começa a atacar com seus Golpes Fulminantes deixando o filhote atordoado e enfurecido
    devolvendo os golpes em Ikke, que era curado pela sacerdotisa.

    Muitos Golpes depois, a sacerdotisa fala umas palavras em latim e o golpe fulminante de Ikke causa o dobro de dano no bicho, que acaba quebrando-se por inteiro na frente do espadachim.

    - Conseguimos!

    - Sim! Por que você tinha desistido desse jeito? Entregando sua vida como se ela nada valesse?.

    Ikke olha para a garota de pé na sua frente, tinha um rosto angelical, cabelos longos ruivos, sua pele exalava um brilho e
    parecia ser super macia como uma pluma. Ele abaixa a cabeça e diz em voz baixa:

    - Me desculpe! Meu nome é Ikke, muito obrigado... Além de salvar minha vida você me ajudou a derrotá-lo! Serei eternamente grato!

    - Não tem o por que agradecer, é isso o que eu vivo para fazer ajudar o próximo, meu nome é Sayuri prazer em conhecê-
    lo, você está caçando sozinho aqui?

    Ikke então explica toda história para a sacerdotisa , e caminha com ela em direção a saída.

    - Olha lá é o Ikke! Diz Eurus apontando em direção ao espadachim.

    - Você conseguiu escapar, eu sabia! Obrigado por salvar nossas vidas meu líder! Diz Law confiante e agradecido.

    - Líder eu? Bom, fui salvo por essa moça!

    - Oi pessoal. Sou a Sayuri..Prazer!

    Todos cumprimentam a jovem.

    - Ora mais todos vocês são primeira classe?! Que interessante..

    - Sim mas por pouco tempo, estamos preparados para fazer nossos testes. Diz Kaoro empolgado.

    - Estão? Quando que vocês decidiram isso?

    - Ikke, enquanto estávamos aqui preocupados com você, decidimos que se você saísse vivo dessa faríamos o teste para
    ficarmos mais fortes logo e para não passarmos mais por situações como essa. Explica Kaoro.

    - Então decidimos nos separar por enquanto até voltarmos mais fortes. Diz Law sério.

    - Sim, nosso grupo está temporariamente suspenso, vamos nos encontrar no futuro espero. Diz Eurus.

    - Vocês não precisam fazer isso, juntos somos mais fortes e ...

    - Esquece Ikke, já decidimos e vamos voltar a ficar juntos quando subirmos de classe. Interrompe Kaoro.

    Assim Law, Kaoro e Eurus vão cada um para um lado em busca de fazer seus testes.

    - E você Ikke, não vai virar um Templário ou um Cavaleiro não?

    - Quero me tornar um Templário Sayuri, mas não me sinto preparado ainda para isso quero treinar mais como espadachim até atingir meu limite máximo.

    - Ok, eu gostei de você e do seu grupo, posso ficar com vocês? Te ajudarei a se fortalecer e virar Templário para continuar nos aventurando juntos. Que tal?

    - Tudo bem. Vamos então.

    Assim Ikke e Sayuri continuam treinando e caçando juntos enquanto seus amigos foram fazer seus testes.

    “Mas e agora, quanto tempo ficarão separados? Será que voltarão a andar em grupo? Essas e outras perguntas no próximo capítulo”
    Continua...
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 15, 2011 10:41 am

    Aí está pessoal demorou mais saiu o 8º capítulo da FiC..

    Estou adiantando um pouco a história para contar as aventuras de Templário e Paladino, que são mais interessantes e emocionantes.

    Para chegar ogo aos Guardiões de Freya!

    Não sei se está muito legal, se estou ssaindo do rítmo, mas é o que tá dando pra fazer aqui na pressa no trabalho.

    Espero comnetários..

    Abração
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    Re: Crônicas de um Espadachim

    Mensagem  Ikke em Sex Abr 15, 2011 12:25 pm

    Capítulo 9 – Uma Grande Responsabilidade


    Dois anos se passaram, Ikke agora com 20 anos, andava pelo feudo de Prontera, olhando e reparando nos castelos.

    Ao seu lado estava Sayuri que agora completava 19 anos, se tornou uma sacerdotisa muito rápido, por ser muito promissora, ela havia ficado ao lado de Ikke todo esse tempo.

    Ikke quis visitar esse feudo para conhecer os castelos que haviam lá, imaginava-se travando batalhas em um Clã contra outros Clãs, conquistando e defendendo os castelos.

    Ikke para diante de um tipo de praça com uma estátua no meio cercada de bancos, ele pára e olha fixamente a estátua.

    - O que está pensando Ikke?

    - Esse guerreiro deve ter sido muito bom para lembrarem dele com uma estátua, morreu em batalha honrando sua armadura e seus pensamentos, é assim que quero ser! Me tornar um Templário conhecido e forte para proteger aqueles que não podem fazer isso por si mesmos.

    - HAHAHAHA! Uma risada estrondosa, vem de trás de Ikke e Sayuri.

    - Com o mesmo pensamento de sempre; Você tem futuro meu jovem!

    Ikke fica paralisado escutando o som da voz, na mesma hora Sayuri olha e pergunta:

    - Quem é você?

    - Eu menina? Pergunte ao Ikke quem o treinou quando era um aprendiz e ensinou tudo sobre como ser um espadachim.

    - Ikke você conhece esse homem?

    - Ele é meu Mestre Lancelot... Diz Ikke de cabeça baixa com a voz trêmula.

    - Seu mestre? Pergunta Sayuri confusa..

    - Sim menina e você quem é? Namorada dele?

    - Não, não senhor, somos amigos, me juntei a ele em sua aventura, nos encontramos numa caçada na fábrica dos
    brinquedos.

    - E cadê os outros Ikke? Onde estão?

    Ikke olha para seu mestre meio desiludido com um brilho no olhar e conta toda a história para Lancelot..

    - 2 Anos sem vê-los? Com quantos anos você está Ikke?

    - 20 senhor!

    - Bom Ikke, vejo que está mais forte, e que deve ter treiná-los muito bem para tomarem essa decisão por si mesmos,
    então não se preocupe com eles.

    Quero te contar uma coisa; Não recebo mais missões da Ordem dos Templários, estou em um Clã e sou Fiel a ele. Esse é
    nosso castelo. Aponta Lancelot em direção ao mesmo.

    - Sério Mestre? Isso é muito legal...

    - Preste atenção! Meu Clã tem muitos guerreiros experientes, porém a maioria está ficando velho, e eles estão montando
    um Clã como aliado para treinar Jovens aventureiros para Guerra e assim recrutá-los para renovar o Clã.

    - Entendi.

    - Mas não é só isso, esse Clã aliado precisa de um Líder e não temos esse líder confiável, eu pensei em você, já resolvi
    tudo com o alto escalão, agora só depende de você aceitar ou não. E então o que me diz?

    Ikke fica parado olhando para seu mestre fixamente e responde:

    - Deixa eu ver se entendi, você quer que eu lidere um Clã inteiro, recrutando jovens que se interessem em minha aventura e treine-os para no futuro lutarmos na Guerra por seu Clã, ajudando vocês, é isso?

    - Olha, quem ou o que você vai recrutar não é problema meu, você é o líder e faça o que quiser, apesar de você ainda ser um espadachim estou lhe passando esta missão pois sei que você saberá o que fazer, e que está treinando duro para ser
    mais forte. Posso contar com você?

    - Claro, não te decepcionarei, serei um Grande Líder!

    - Ok então.

    Lancelot coloca a mão em uma bolsa pendurada em seu Peco e puxa uma espécie de Diamante Dourado pequeno, que
    brilhava intensamente e entrega a Ikke.

    - Esse é o Emperium, com isso você pode criar um Clã e começar, o nome do Clã você deve ter em mente. Tem alguma idéia?

    Ikke para e reflete um pouco e decide dizendo:

    - Sei sim. Legionários de Rune-Midgard!

    - Hum, Que nome interessante, está ótimo para mim,manteremos contato agora, seremos aliados, toma esses
    comunicadores para interar seu clã, cada um que entrar deve receber um desse.

    - Sim mestre, entendido.

    Sayuri assiste a tudo calada, olhando para Ikke com um ar de aprovação, apoiando seu amigo. Lancelot explica os
    detalhes a Ikke, instruindo-o em sua missão.

    Lancelot também prepara Ikke para o teste de Templário, que fará quando estiver pronto.

    Depois Lancelot caminha em direção a seu castelo dizendo que não poderia deixá-lo desprotegido.

    - Deixo tudo em suas mãos agora Ikke, sinto muito em ser um mestre meio ausente, mas quando se é um Templário as
    responsabilidades aumentam, e preciso que você chegue até mim para lutarmos lado-a-lado no campo de batalha. Até a
    Próxima, Líder Legionário!

    Ele se despede dos 2 com um sorriso confiante de que tinha feito a coisa certa.

    - Bom Sayuri, você quer ser a 1ª a entrar no meu Clã?

    - Claro Ikke, estou com você desde o início e não vai ser agora que vou te abandonar.

    - Então agora você é uma Legionária Divina! Seja Bem-Vinda aos Legionários de Rune-Midgard.

    Ikke pára olha para o céu e fica calado durante um tempo, com um olhar longínquo e pensativo, refletindo.

    - O que foi Ikke? Está pensando nos seus 3 amigos?

    (Durante esse tempo juntos Sayuri e Ikke se tornaram grandes amigos, ficando muito bem entrosados tanto em batalha
    quanto amigos.)

    - Sim, queria que eles estivessem aqui e me ajudassem com isso.

    - Calma eles vão voltar..

    - Você acha? 2 anos se passaram e nem sinal deles...

    - Vamos esperar, e ver o que o futuro nos reserva, para onde vamos?

    - Preciso concluir meu treinamento, vamos para o Deserto de Morroc matar lobos, mas antes vamos descansar em uma
    estalagem de Payon.

    - Ok, estou logo atrás de você.

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    Re: Crônicas de um Espadachim

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