O que pode vir de um assassino?

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    Bento
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    Re: O que pode vir de um assassino?

    Mensagem  Bento em Sab Jun 11, 2011 4:05 pm



    Era mais uma manhã quente e úmida na selva de Brasilis. Mas o local em que Bento e Yan se encontravam, já podia ser atingido por alguns raios de sol, que faziam reflexo nas gotículas de água nas folhas das árvores de outras plantas ali.

    - Isso é um agrado, ou uma ironia? – Dizia Yan desconfiado.

    - Na verdade, é um prêmio por mérito, para ser sincero, não acreditava que iriam conseguir viver aqui. Mas trabalhando juntos, vocês conseguiram trabalhar muito bem. – Dizia o Algoz sinceramente.

    - Quer dizer que irá nos tirar daqui? – Bento também desconfiado indagava ao Algoz.

    - Sim, mas não agora. Apenas quando eu der umas dicas, e der mais um treino com vocês.

    O Algoz então, desce da árvore, e começa a se afastar um pouco.

    - Ei aonde você vai? – Perguntava Yan para o Algoz.

    - Fique calmo, vou trazer uma coisa aqui. Rapidinho, enquanto isso, comam as frutas. – O Sorriso nem por um minuto saía do rosto do Algoz.

    E assim passam-se alguns minutos. Bento e Yan, já haviam terminado de comer suas frutas.

    Quando ao longe Bento e Yan, percebe que o Algoz se aproximava, ao se aproximar mais, percebem que ele vinha com muitas onças atrás dele.

    - Bento, ele não vai morrer daquele jeito? – Yan dizia assustado.

    - Não sei, mas já contei vinte onças. Isso seria seu fim pelo menos. – Bento diz, enquanto Yan revida lhe mostrando a língua.

    Quando o Algoz fica mais próximo dos aventureiros, ele usa furtividade e sai da frente das onças, que logo se fazem em posição de ataque a Bento e Yan.

    - Filho de uma p.... – Yan chingava o Algoz por lhes ter feito uma armadilha.

    Logo as onças fazer um cerco, e prende Bento e Yan no meio de um círculo.

    - Isso é mais um treinamento. – Dizia o Algoz de cima de uma galha de árvore. – Yan. Aprenda atacar um grupo. Use suas Katares, de forma que consiga atacar a todos, mas antes, tente se esquivar ao máximo dos outros, enquanto concentra sua batalha em apenas um inimigo.

    - É fácil dizer quando está apenas assistindo. – Dizia Yan ainda furioso.

    - Sacerdote, dessa vez não use suas habilidades, até que seja necessário. Você também deve estar atento, Yan, irá lhe proteger. Se algum for lhe atacar, você precisa desviar e chamar por Yan. – Bento então acena que sim com a cabeça.

    - É brincadeira, além de me livrar de um monte desses, ainda tenho que proteger o padreco sem auxílio algum. – Yan ainda estava discordando.

    E assim a batalha começa. Yan prestou mais atenção em seus movimentos, colocando mais atenção em uma de suas vítimas, e concentrando sua esquiva, para que não falhasse em nenhum momento.

    Quando duas onças resolveram atacar Bento...

    - Yan, aqui. – Yan olhava para Bento e as onças próximos a ele, porém ficou em dúvida como atacar duas ao mesmo tempo.

    - Você tem duas Katares, use uma para cada inimigo. – O Algoz lhe dá mais dicas.

    E assim Yan pula em direção de Bento atacando as duas onças ao mesmo tempo.

    A batalha ainda continuava, sempre que Yan errasse Bento lhe conjurava Kyrie Eleison, formando uma proteção. A cada movimento, o Algoz dava uma dica de como agir em cada momento.

    No final da batalha, com as dicas do Algoz, ambos saíram sem se ferir, e Yan descobrira novos movimentos e habilidades.

    - Bem, acho que é o suficiente para lhe tornar um Algoz, já aprendeu bastante habilidade, sem contar a experiência necessária para se tornar um. Com sua experiência, creio que já deva saber lidar com muitas outras coisas da vida.

    - Não sei ao certo o que dizer, mas... Obrigado. – Dizia Yan um pouco sem jeito.

    - Yan tem razão. – Bento dizia a seu lado – Também aprendi muita coisa aqui. Obrigado.

    - Finalmente um “obrigado” – O Algoz dizia com sua ironia – Mas ainda não acabou. Yan, você ainda deve enfrentar Gibbs, mas creio que já deva estar pronto para ir.

    Assim o Algoz toma rumo à parte povoada de Brasilis.

    - Enfim, basta pegar o barco de volta para Alberta, e seguirem seus caminhos.

    - Como podemos lhe chamar, e como poderíamos lhe encontrar novamente? – Yan dizia antes de se despedir.

    - Como já havia dito antes, não irei me identificar. Quanto a me encontrar, não creio que seria viável ou possível, visto que vivo sozinho. Se preciso, com certeza, os encontrarei. Portanto, não percam o barco. Até mais.

    E assim, Yan e Bento pegavam o Barco em direção à Alberta se despedindo do Algoz desconhecido. Agora eles tem uma nova aventura. Encarar novamente o Gibbs. Aquele que derrotou Yan em sua primeira batalha.

    ----

    Bento e Yan chegaram no fim da tarde em Alberta. O sol já começava a se esconder. Os mercadores já começavam a se retirar, guardando suas mercadorias em seus carrinhos, e se dirigindo as suas casas.

    Alberta já começara a se mostrar solitária. Uma cidade separada de tantas outras. O clima já começava esfriar. Ventos vindos do mar na costa de Alberta, sopravam cidade à dentro.

    - Melhor dormirmos por aqui, pela manhã continuamos nossa caminhada. Assim, você também tem tempo de descansar. – Dizia Bento para Yan olhando uma estalagem ao norte de Alberta.

    - Você tem razão, estou um pouco cansado mesmo. – Yan concordava e até gostara da idéia.

    Ao entrarem na estalagem, alugaram um quarto para que passassem a noite. Foram deitar-se em silêncio, cada um com seus pensamentos.

    Bento agora parava para pensar, que ficou frente a frente com aquele que matou seus pais. Bento agora não sabia se ainda deveria deixar de lado a história de vingança. Ele sempre afastou esse sentimento de perto dele, mas agora que ele encontrou aquele que acabou com sua verdadeira família, ele sentia um forte rancor dentro de si.

    Yan por sua vez, pensava na história de ajudar Bento, e ser uma espécie de “mocinho da história”, no entanto, também estava preocupado, com o fato de ter visto Bento atacar o arruaceiro. Nunca vira um Sacerdote com fúria antes, por isso sua preocupação.

    Ambos tinham seus pensamentos, no entanto, nenhum deles contavam ao outro sobre suas dúvidas, ou sentimentos.

    Aquela noite, foi uma das mais silenciosas de ambos.

    ---

    Ao amanhecer, Bento e Yan acordam e logo já arrumam suas coisas para partir.

    Alberta estava ensolarada novamente. O sol brilhava forte logo cedo, os mercadores já estavam a montar suas lojas, alguns já até estavam com suas lojas abertas.

    Bento e Yan, compra algumas frutas, com um dos mercadores. Comendo suas frutas já usa o serviço Kafra para se dirigir a Morroc. Bento dizia, que não deviam se cansar tanto andando, visto que tinha dinheiro consigo.

    Ao chegar à cidade de Morroc, já estavam acostumados com o clima seco, após ficarem vivos na selva, poderiam encarar qualquer coisa já que estavam calejados com diferentes aventuras.

    Bento e Yan resolvem logo de imediato procurar por Gibbs. Tanto Bento quanto Yan estavam ansiosos.

    No caminho, Bento resolve conversar.

    - Yan, ainda não lhe disse uma coisa. Quando Gibbs dizia os nomes de quem ele matou, ele citou o nome de Ermian e Pamella certo? – Bento dizia com um olhar distante.

    - Sim, junto com alguns outros nomes, que não me lembro muito bem agora. – Yan respondia um pouco confuso, e preocupado que tivesse tocado no assunto.

    - Então, Ermian era meu pai, e Pamella minha mãe. Ambos foram assassinados por esse desgraçado. – Bento mostrava seu rancor em sua voz.

    - Sinto muito. – Yan se sentia mal por não saber. – Não se preocupe, lhes farei justiça hoje. Nem que isso custe minha vida.

    Ao dizer isso Bento olha nos fundos dos olhos de Yan, e nota sua verdade ao falar. Ele estava realmente disposto a perder a vida se preciso, querendo ou não, Yan se mostrava um homem de caráter.

    - Não perca sua vida, senão lhe mato. – Ambos riram do que Bento disse – É sério, não morra. Será difícil pra mim lidar com tantas mortes próximas a mim. Portanto, se for morrer, também morrerei lhe protegendo.

    Após isso, ambos ficam em silêncio, no entanto, um tanto contente, por saber que um estava para ajudar o outro. Estavam dispostos lutar juntos.

    Após uma longa caminhada, a dupla Bento e Yan se encontram com Gibbs novamente.

    - Quem diria. – Gibbs começava ironizar batendo palma – Ele virou um algoz. Quer dizer, que antes de lhe matar, conseguirei brincar mais? – Novamente seus colegas caiam em gargalhadas.

    - Está certo quando disse que virei um algoz, só errou na parte de matar, visto que você já com seus minutos contados.

    Ao dizer isso, Gibbs nem precisa se mexer, apenas indicar o dedo para Bento e Yan, para que seus servos atacassem a Bento e Yan.

    Mas estavam trabalhando juntos, Yan estava confiante, sabia que venceria aquele bando facilmente. Com os truques ensinados pelo Algoz treinador.

    A luta começa, com Yan, dando golpes certeiros, que muitas vezes botava um arruaceiro com um só golpe ao chão.

    Durou apenas poucos minutos para que Yan colocasse todos no chão. Agora a luta era individual com Gibbs.

    - Vejo que aprendeu alguma coisa. Talvez eu possa me divertir melhor dessa vez – Gibbs não estava surpreso, pelo contrário, estava sedento por uma batalha como essa.

    - Pois antes apenas quero lhe dizer. Que ao lhe matar, farei justiça aos nomes de Ermian e Pamella, que morreram por suas mãos.

    - Ah sim, me lembro desse dia, fui pago para ir junto a um grupo atacar aquela cidade. Na verdade fomos por vingança, sabíamos, que os dois estavam lá, e eles já haviam aprisionado e matado muito dos nossos.

    - Só por vingança? – Bento agora entrava na história. – Eles eram meus pais.

    - Claro que não. – Dizia Gibbs com sua ironia – Também sabíamos que lá havia um castelo, com um rei, que tinha muito dinheiro. Logo imaginamos: “Matamos duas lebres com uma cajadada só”.

    - Miserável. Mas pelo que eu saiba, a guarda de Rachel acabou com todos os arruaceiros que estavam lá. – Bento dizia ardendo em fúria.

    - Quase todos. – Dizia Gibbs balançando o dedo que não – Eu consegui me safar, estava junto com você no barco que saída de lá disfarçado.

    Ao arderem em fúria, Yan corre na direção de Gibbs para atacá-lo. Yan era pura adrenalina de raiva. Bento de imediato se pôs a posto, e lhe conjurou algumas habilidades de ajuda a Yan.

    A luta começara. Golpes que de tão fortes, faziam um estrondo ensurdecedor. Yan atacava com toda sua força, no entanto, com prudência e concentração. Sabia que não poderia perder. Ele realmente se sentia um justiceiro. Tinha nas mãos a responsabilidade de fazer justiça aos nomes daqueles assassinados por Gibbs.

    A luta estava praticamente igual para ambos os lados. Até o momento, ainda não havia nenhum ferimento grave. Apenas arranhões, e leves cortes.

    Em um momento de descuido, Yan leva um golpe que lhe faz um corte no ombro esquerdo. Logo ele sente a dor, mas não o fez cair, apenas diminuir a sua agilidade.

    Ambos recuam um pouco e ficam se encarando. O por do sol chegara, seria um momento muito bonito, o sol se escondendo atrás de algumas rochas altas no deserto de Morroc, isso se não fosse pela luta sangrenta entre Yan e Gibbs.

    - Imagina se eu tivesse lhe acertado no coração? – Dizia Gibbs tirando sarro de Yan.

    - Não se preocupe maldito, posso lhe vencer com um só braço se preciso. – Yan revidava com um meio sorriso.

    Em apenas um segundo, vários outros arruaceiros cercaram Yan, que começou a nocautear cada um que lhe cercava, mas enquanto se distraia com os arruaceiros, Gibbs corria em direção das suas costas.

    Ao perceber isso, Bento correndo na direção deles, conjura o Kyrie Eleison em Yan, e saca uma adaga que guardara consigo em direção as costas de Gibbs.

    Logo Gibbs nota que Bento vinha pelas suas costas, e usa sua adaga que atinge Bento no ombro, no entanto, Bento também o acertara. Quando Gibbs olha para seu estomago, Bento havia lhe cravado uma adaga.

    Yan consegue se livrar de todos os arruaceiros, muito ferido, mas conseguiu, se aproximava de Bento a observar a cena.

    - A vingança é doce não é? – Dizia Gibbs, enquanto caia de joelhos, e morrera em seguida na frente de Bento.

    - Eu que treinei não o matei, e você como Sacerdote conseguiu. Meus parabéns. – Yan dizia com meio sorriso enquanto segurava seu ombro, para tentar estancar o sangue.

    - Eu não queria ter feito isso, não sou um assassino. – Bento dizia com lágrimas nos olhos.

    - Você não só o matou. Você fez justiça aos nomes de seus pais. Tenho certeza que eles ficariam honrados. – Yan tentava consolar Bento enquanto caia ao chão sentado com fortes dores.

    - Venha, deixe-me ver como estão seus ferimentos. Vamos cuidar deles, chegando na cidade, você descansa.

    E assim ambos voltam para a cidade, cansados e exaustos, voltavam em total silêncio. Yan ainda não estava totalmente satisfeito, queria ter derrotado Gibbs facilmente. Já Bento, estava confuso novamente, não queria ter feito justiça com suas próprias mãos.

    Era noite, e ambos foram para uma estalagem na cidade de Morroc. Lá Bento terminou de cuidar dos ferimentos de Yan.

    ----

    Descansaram e pela manhã, voltaram a conversar.

    - Bento, creio que devo muito a você, me manteve salvo, e me mostrou um novo meio de vida. Creio que daqui pra frente, tentarei fazer o máximo para ajudar aos outros. – Yan dizia com um tom de despedida.

    - Não há o que agradecer. Por outro lado, você também me protegeu, e me ajudou a desvendar um pouco mais sobre meu passado. Ficarei eternamente agradecido a sua ajuda.

    - Muito bem, então por aqui ficamos. Não sou muito bom com despedidas. Espero vê-lo novamente.

    - Tudo bem. Se quiser, pode me encontrar na catedral, ou mandar notícias marcando um lugar. – Bento dizia ao estender a mão para lhe cumprimentar.

    - Pois bem, só espero não lhe ver como mercenário. – Dizia abrindo seu meio sorriso marcante.

    E assim, os dois se despedem cada um seguindo seu rumo. Yan agora tinha um novo estilo de vida. Já quanto a Bento, iria reorganizar sua mente. Fazer uma pauta do que havia acontecido, e o que iria fazer. Além de tudo, Bento ainda fazia parte dos Guardiões de Freya, o qual jamais deveria deixar de lado.





    Bom pessoal, aqui acaba a minha Fic.

    Espero que tenham gostado, postem seus comentários, para que eu possa melhorar nas próximas.

    Abraços.

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    Re: O que pode vir de um assassino?

    Mensagem  Power Ranger Azul Piscina em Dom Jun 12, 2011 11:46 am

    LOL , ÓTIMO! Meldels, tem certeza que acabou? Q.Q
    Bento, ficou ótimo o final, queria ter tido mais...

    Nunca mais vou te chamar de Bentola, vai que você ainda me mata ¬¬'
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    Re: O que pode vir de um assassino?

    Mensagem  Bento em Dom Jun 12, 2011 11:51 am

    Valeu Bear, que bom que tenha gostado.

    Infelizmente não deu pra continuar, já estavam se esgotandos as idéias. XD

    Abraços.
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    Re: O que pode vir de um assassino?

    Mensagem  -Rockstar- em Qua Jul 06, 2011 9:04 pm

    Excelente fanfic Bento, mas notei algumas coisas que você poderia tentar melhorar:

    Com excessão da última batalha entre o Yan e o desordeiro -exceto os arruaceiros- faltou detalhes importantes, procure algumas referências de lutas em fanfics, as do Nelliw tem bastante e podem te ajudar a descrever melhor.
    Achei que o surgimento do algoz (o desconhecido) ficou meio filler, foi algo muito sem porquê, talvez você esclareça no futuro, espero.

    Contudo, notei uma significativa melhora do inicio da fanfic comparado ao fim! No ínicio estava puxando para o Role Play, e no fim tornou-se uma verdadeira fanfic!

    Espero mais! Continue a escrever =)'


    PS:

    Ambos tinham seus pensamentos, no entanto, nenhum deles contavam ao outro sobre suas dúvidas, ou sentimentos.

    O que a floresta faz com dois homens sozinhos e deitados em pelo de onça não?


    Abraços, Rockstar.


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    Re: O que pode vir de um assassino?

    Mensagem  Bento em Qua Jul 06, 2011 9:11 pm

    Valeu Rock, vou procurar ver esses detalhes que você citou. Agradeço as dicas.

    Quanto a floresta....asuhausuahsu, não há muito o que comentar.

    Num futuro próximo, irei escrever mais fics sim, só me organizar em algumas coisas, e fluir criatividade. Espero que tenha gostado.

    Abraços.

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    Re: O que pode vir de um assassino?

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      Data/hora atual: Seg Maio 21, 2018 4:36 pm