[Relatório] RP Interclã: Vida em Prosa

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    Bento
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    [Relatório] RP Interclã: Vida em Prosa

    Mensagem  Bento em Sex Set 23, 2011 5:16 pm

    Relatório – RP Interclã: Vida em Prosa

    RP Interclã. Nessa RP os seguintes clãs estavam presentes:
    Garten Von Edda;
    Atlas.

    Mais um dia normal em Juno. Se é que pode se dizer normal, uma cidade flutuante, e sob o medo de assassinatos.

    Por tais crimes, o Governo de Schwartzwald resolveu convocar o Garten Von Edda, a fim de auxiliar nas investigações, e se preciso fosse, tomar uma finalidade a ele.

    Para tal missão, por seu nível de periculosidade, poderia ser solicitada, a presença de algum outro grupo de confiança para o clã.

    Ermian através de já ter conhecido Luke Kobald pessoalmente, e também já soubera de ter tido uma aliança junto ao antigo Guardiões de Freya.

    Sob tal amizade, com a aceitação do Garten Von Edda, Ermian solicitou o apoio de Luke junto ao atlas.

    Assim como marcado, os membros do Garten Von Edda e do Atlas estavam reunidos. Ambos na base secundária de Juno do Garten Von Edda.

    Ermian então faz algumas apresentações breves, além de agradecer a presença, um tanto nervoso, por de certa forma está comandando um grupo tão grande de uma só vez.

    - A situação se estende, tendo atualmente 9 assassinatos. Ambos cometidos dentro da cidade. – Ermian dizia tentando entender as expressões naquela sala em volta da mesa.

    - Todos tinham algumas coisas em comum. Uma faca cravada no peito de cada uma das vítimas. – Ermian continuava. – Ao que parecem essas facas foram arremessadas, a julgar pelo formato do corte.

    - Um algoz ou sicário... – Quase todos diziam, nenhuma objeção foi criada sob essa suspeita. Inclusive, muitos olharam para Ballin nesse momento, um jovem Mercenário, que acabara de entrar no clã.

    - Ei... n-não foi eu... juro.... – Ballin dizia tremendo de medo a tantos olhos em sua direção.

    - Por hora, não temos muito. Um cavaleiro, da guarda de Juno, ficou de nos encontrar hoje, a sudeste de Juno. Nesse exato momento deve estar a nossa espera. Se estiverem prontos, aconselho a irmos o quanto antes. – Ermian se dirigira principalmente ao Atlas, já que não sabia exatamente como trabalhar com o grupo.

    Após Ermian notar leves movimentos com a cabeça concordando que estavam prontos, todos se dirigem em direção a saída. O Garten Von Edda a frente, seguindo Ermian, que iria indicar o Caminho. O pessoal do Atlas, um pouco mais atrás, conversando entre eles.

    Ao chegarem ao local, guiados por Ermian, logo notam o Cavaleiro.

    - Oh, vejo que já estão aqui. – O Cavaleiro abria um sorriso pequeno, mais por educação, que por alegria, afinal, o assunto que os levaram ali, não era bom. - Devem ser da GVE e do Atlas.

    - Agradeço a presença de todos. – O Cavaleiro ao notar que ninguém já iniciaria as perguntas, resolve iniciar o assunto. - Bom, sem mais delongas....

    - Já conseguimos uma análise primária das facas. Todas tinham o mesmo modelo, o que nos faz pensar ser um único assassino. Outra detalhe, é que ao examinarem o corpo e o local, aparentemente todas as vítimas, andaram um pouco antes de morrer.

    - Hmmm... O assassino deve ter os pego de longe. – Diz Luke, ao coçar o queixo.

    - Se quiserem, pode ir para a universidade de Juno. – Dizia o Cavaleiro a fim de lhes darem um rumo.

    - Falamos com quem? – Dizia Ferus, já se preparando para partir.

    - Com o Senhor que fica na entrada, ele estava fazendo a investigação das facas.

    Mac Casimir, integrante do Atlas se colocava a pensar, enquanto se deslocavam para a Universidade:

    - “Elas têm o mesmo formato? Podem ser... facas populares?”

    E assim, se dirigem até a universidade de Juno. Ali, próximo a entrada, encontrariam um senhor, como havia sido dito.

    - Olá jovens. – Dizia o senhor, já com um ar de cansaço.

    Enquanto chegavam, Bear ficava surpreso com uma espada que ficava na parede.

    - Devem ser o pessoal que estão ajudando na investigação. – Dizia o senhor ao pegar algumas notas, que deviam ser sobre o caso.

    Todos acenam que sim enquanto Ballin ainda resmungava e tremia ao mesmo tempo, estando aos olhos atentos de todos.

    - Bom consegui algumas coisas. – Dizia o senhor, coçando sua cabeça, já um razoavelmente calvo.

    - Diga-nos por favor. – Dizia Emura calmamente.

    - Fiz as investigações, com bases nos formatos.. – Dizia ao ler os documentos que carregava. – Além de seu tamanho, e ranhuras, que são diferentes de cada um que as produzem.

    - São aquelas na parede? – Ballin apontava um grupo de armas.

    - Não, não. Elas foram guardadas, para se preciso, uma nova análise. – Dizia ao notar o grupo com atenção voltada as suas explicações. – Com bases nesses dados, obtive a informação, que essas foram feitas em Lightalzen.

    - M-mas e o formato? – Ballin ainda ficava nervoso.

    - Bom, elas são finas, pontudas e afiadas. Pode perfurar alguém com facilidade. – Explicava o senhor. – E tem mais um detalhe, essas facas foram mergulhadas em algum líquido, antes mesmo de serem usadas. Ainda estamos investigando essa parte.

    - Veneno? – Assustadas, Cecília e Yuuki, colocavam sua suposição juntas.

    - Veneno é comumente usado nesse tipo de crime – Mac dizia colocando sua suspeita, de forma mais calma.

    - Há realmente possibilidades de ser veneno, porém, até agora, com as pesquisas feitas, não conseguimos identificar nenhum veneno já conhecido. – Explica o senhor. – Nesse caso, aconselho-os a irem na loja de Armas de Lightalzen, talvez eles tenham informações dessa arma.

    Todos se entre olham, ao pensar o quanto começariam a andar, por entrarem nessa história. Ermian por sua vez, com a mão na testa, ora para que o Aeroplano estivesse funcionando normalmente.

    E assim, seguem em direção do Aeroplano, lá deveriam seguir viagem até Lightalzen, onde deviam procurar a loja de armas.

    E assim o fazem. Ao chegarem em Lightalzen, logo se dirigem a loja de armas, onde não conseguem muitas informações, somente, uma informação, aquelas facas, haviam sido compradas para alguém em nome da Guilda dos Mercenários.

    A informação, faz com que todos se cansem, só de imaginar, percorrer o caminho até Morroc, onde devia encontrar a Guilda dos Mercenários.

    E assim haveriam de fazer. Cansados ou não, seguiriam viajem. Luke, mostrando honra, tinha um lema: “Missão dada, é missão cumprida”. Isso fez com que todos se animassem, dando um pouco mais de coragem.

    E assim pegam viagem, quando já chegavam em Morroc, alguns já conheciam o caminho para a Guilda, esses mesmo seguiram a frente, enquanto os demais os seguiam.

    Para que o tempo passasse, alguns conversavam entre si, Emura e Hel, discutiam as melhores tavernas, Emura por sinal, adorava os de Morroc, Hel por sua vez, preferia o de Hugel.

    E assim seguiram, muitos atormentados pelo calor, outros nem tanto, chegaram bem na guilda.

    - O que querem aqui? – Dizia uma voz feminina, era uma mercenária, logo todos se colocaram a sua frente.

    - Estamos em uma investigação. – Dizia Ferus enquanto observava o local.

    - Lá vamos nós.... – Dizia a Mercenária com voz baixa. – Quem morreu dessa vez?

    Cada um dizia de sua maneira, muitos assassinatos, um grande problema. Mas ainda assim, a mercenária não conseguira entender.

    - Ok, ok, mas enfim, em que posso ajudar? – Dizia com descaso, a Mercenária apenas queria se livrar logo deles.

    - Alguém roubou uma encomenda. – Dizia Luke após um suspiro. – Adagas Finas. Compradas em Lightalzen.

    - Oras, não foram roubadas. Apenas compradas por debaixo dos panos. – Dizia ainda com descaso.

    Todos então, se perguntam, o que de fato ela queria dizer.

    - Um sicário as queria. Porém não podia comprar, não diretamente, talvez estivesse sendo procurado não sei. Ele dizia querer treinar arremessos. Por isso pediu para que a Guilda comprasse-as em seu nome.

    - Entendo. Pode me dizer quem é? – Luke perguntava despreocupadamente.

    - Não posso, até porque não o conheço... – Dizia até que todos a encaravam. – Ok, ok, eu o conheço, mas não sei seu nome. Se ainda estiver na cidade, deve estar na Taverna de Morroc.

    Foram as informações que conseguiram obtiver da Mercenária, nada mais ela diria, talvez ela mesma não soubesse mais de nada. Agora era preciso ir até a taverna, e torcerem por ter sorte, a ponto de encontrar o Sicário ainda na Taverna.

    Emura, mais que todos, ficara contente em ir para a taverna. Adorava aquele lugar, mais do que qualquer outro.

    E assim, cada vez mais exaustos, voltaram para Morroc, lá foram diretamente para a Taverna, a fim de não perder mais tempo.

    Ao chegarem, sem demoras, entraram, ao notarem uma confusão, por parte de um guarda, despertando a curiosidade de todos.

    Alguns outros, sequer notaram a baderna, e caíram na bebedeira, Emura, e até mesmo a Sacerdote Emily, caiu à tentação dos Sograts de Morroc.

    - Quer saber, que vá tudo para o inferno. Cansei dessa busca, não sou palhaço, se quiserem me tirar, ótimo, me tirem, cansei disso tudo. – Gritava um Guarda. – Eu estou fora! – Repetia, enquanto na saída, encontra Luke entrando, o guarda, nervoso, joga a pasta nas mãos de Luke, que confuso apenas olhava a pasta.

    - Mas o que foi isso? – Ermian, com mais alguns se perguntavam ao olhar para o Dono da Taverna, a fim de que ele pudesse esclarecer.

    - Creio que devam estar na mesma investigação que aquele guarda. – Agora, prestavam atenção ao que o dono dizia. – Ele é de Juno. Estava investigando, e seguindo o rastro de um sicário, só que para o azar dele, assim que chegou, o sicário já havia saído daqui.

    Nesse momento, todos ficam pensativos, Ermian pede a Luke a pasta, para que de uma olhada.

    Ermian olha que eram simples relatórios, mas que dizia alguns pontos sobre o sicário, e por havia passado.

    - Pelo que entendi, esse é um relatório do tal sicário, havia de ser entregue a um cavaleiro em Juno. Devia ser o chefe dele talvez.

    - Entendo, e sei quem é. Pessoal, creio que devamos ir a Juno, e lá, talvez o cavaleiro saiba de mais algumas coisa, afinal, ele já teve tempo o suficiente para ter mais pistas. – Ermian colocou sua opinião.

    Todos então, acenam que sim, concordando, apesar, da viagem.

    Ao chegarem em Juno então, se dirigem diretamente para o Cavaleiro, a fim de terem mais informações.

    - Oh, que bom que chegaram. Foi deixado um bilhete ao meu lado, pelo próprio sicário. Ele quer que o encontrem no final da Ponte. Não sei o que se deve fazer agora.

    Todos se entreolham, acreditando ser uma emboscada. Com um sicário tão perigoso, não podia serem descuidados. Tentaram então, organizar táticas diferentes, para combates e surpresa.

    Luke, combinou de esperarem mais para trás junto a Hel, ficariam postos para qualquer movimento em falso.

    Ermian por sua vez, disse que tomaria a frente do grupo, alertando para que todos fossem cuidadosos e não baixassem a guarda. Todos então, concordando com o plano, vão em direção do Sicário.

    Ao chegarem ao final da ponte, não conseguem ver ninguém, além das pessoas que por ali passavam.

    - Enganam-se ao pensar que seria tolo o suficiente para me mostrar... – Uma voz dizia, logo imaginam que é o sicário.

    - O que quer? – Quase todos, atrás de Ermian diziam ao mesmo tempo. Ermian por sua vez, estava atento, para qualquer ataque que pudesse ter.

    - Só quero que saiam do caminho, evitem mais mortes desnecessárias. É a única vez que vou dizer.

    Ermian, nervoso pela situação, começa a desembainhar a sua espada. Como reação adversa, o Sicário lhe arremessa uma faca, Ermian consegue se afastar, mas ao notar que ainda pegaria aqueles atrás dele, não sai completamente da frente, onde a faca acerta o ombro de Ermian, que cai ao chão.

    Com o susto, todos olham para Ermian, e notam que o sicário havia desaparecido.

    - Maldito! – Ermian gritava ao cair no chão, sentindo uma dor agonizante em seu ombro.

    Nesse momento, todos ficaram nervosos, e mal sabiam como reagir. Ermian, ainda caído, ditava a melhor coisa a se fazer pelo momento.

    - Eu fui envenenado. Eu sei quem pode fazer o antídoto, mas vou precisar que me levem até a entrada de Juperos. – Ermian dizia, levando a mão no ombro, enquanto se levantava com ajuda dos outros.

    Eufóricos, resolvem ajudar Ermian. Tomando Rumo à Juperos. Ermian ainda podia andar, mas estava ficando fraco, pelo caminho, ainda conseguia usar sua espada, apesar da dificuldade.

    Após uma longa caminhada, conseguem então chegar na temida entrada de Juperos.

    Ermian aponta para frente, uma mulher, não velha, mas madura. Quando se aproximam, a mulher nota o rosto do ferido, e logo o reconhece.

    - Ermian?! Você não deveria estar morto? – Dizia assustada.

    - Também senti saudades sua Nina. – Ermian dizia com ironia.

    - Mas o que diabos lhe aconteceu? – A mulher que então respondia por Nina, tentava entender o que acontecia.

    - Tive uma nova oportunidade, mas fica para outra conversa, preciso de sua ajuda. Fui envenenado.

    - Você sempre precisa de mim... Enfim, deixe-me ver como está. – Nina então, retirava parte da armadura, e olhava o ferimento, limpando, passando uma poção, que ninguém ainda tinha visto.

    - Preciso de um ingrediente ainda. Você! – Aponta para Luke, que a olha espantado. – Preciso de seu sangue.

    - Há há. – Luke ri da situação, levando como uma brincadeira.

    - Estou falando sério. Preciso de sangue de um guerreiro. O seu é mais adequado. – Nina tentava explicar, enquanto tentava estancar o sangue de Ermian. – Enfim, vai querer ajudar esse maldito ou não?

    - Hei... – Ermian dizia com uma voz fraca, porém desgostando da maneira como foi considerado.

    - O Arcebispo, ele pode ajudar... – Luke dizia ao apontar para um Arcebispo que passava, ignorando-os e olhando com má expressão para Luke. – Por que o meu? – Luke fazia uma expressão triste.

    - Por que eu preciso de sangue, de um guerreiro, de força, assim como o ferido... Quer ajudar ou não? – Nina dizia já nervosa.

    - Anda com isso então. – Luke dizia oferecendo a mão.

    Nina então lhe faz um corte com sua adaga, no peito da mão de Luke.

    - Autch! – Luke chiava enquanto Nina apertava a mão de Luke sob o ombro de Ermian, espremendo o sangue de Luke. – Poxa, você disse que era um cortezinho...

    - Deixa de ser frescurento... – Nina dizia enquanto todos olhavam surpresos. – Acho que errei ao lhe considerar um bom guerreiro... – Nina dizia o provocando, enquanto Luke gargalhava.

    Nina então, passa uma pasta na mão de Luke, e lhe entrega uns panos para que ele lhe enrolasse a mão. Logo se volta para Ermian, e passava um liquido um pouco espesso em seu ombro, onde logo fizera um curativo.

    - Pronto, o infeliz ainda viverá por mais um tempo. – Nina dizia rindo.

    -Sempre achei que me amava Nina. – Ermian dizia ao se levantar e rindo. – Ela só quis dizer que estou bem.

    Enquanto isso, Mac ficara um tanto preocupado com Luke, e lhe dizia um pouco baixo, porém, ainda sendo possível escutá-lo.

    - Ela lhe cortou, pode ter te envenenado.

    - Estou preparado para isso Mac. – Luke dizia com satisfação.

    - Hei, eu sou honesta. – Nina ficara emburrada.

    - Ninguém desconfia das crianças, dos belos, dos insetos... – Mac dizia distraído.

    - Hei, eu sou bonita. Já desconfiou de mim Mac? – Yuki do Atlas ficara pensativa.

    - Yuki você é comestível. É diferente – Luke dizia com um sorriso malicioso.

    - Como assim comestível?! – Yuki ficara preocupada com o que ele queria dizer.

    - Depois falamos disso. Não é a hora apropriada. – Mac dizia ao notar que Ermian estava mais sério.

    - Mas não se preocupem, pelo que parece, Ermian leva jeito para a morte.

    - Esse ai se morrer, ele volta. – Emura dizia ainda tentando amenizar o momento tenso.

    - Luke, obrigado, lhe devo essa. Assim como todos vocês. Mas agora temos que voltar pra Juno, se preciso, matarei aquele infeliz eu mesmo. Vocês vem junto? – Ermian perguntava, sabia que já havia abusado demais.

    - Missão dada, é missão cumprida. – Luke dizia seu lema ao abrir um sorriso.

    - O infeliz ainda deve estar em Juno. Ele devia estar a procura de mais alguém. Espero que o Cavaleiro ainda esteja vivo. Vamos. – Ermian toma a frente novamente.

    E assim, voltam o caminho até Juno. Apesar do caminho irregular, conseguiram chegar bem em Juno, no máximo, alguns arranhões.

    Ao chegarem na cidade, vão em direção ao local em que se encontrara com o Cavaleiro anteriormente.

    Mas ao chegarem, notam algo estranho, percebem que o sicário estava a frente do Cavaleiro, ambos imóveis. Mas quando se aproximam, nota que o Sicário tinha a espada do Cavaleiro cravada em sua barriga, que logo cai ao chão morto.

    - Me desculpem a cena... – Dizia o Cavaleiro com uma voz cansada.

    - Mas o que houve? – Emura dizia olhando o corpo no chão.

    - Não podia deixar de pegá-lo, até por que ele vinha para me matar. Afinal, descobrimos a quem ele matava. Ele matava a todos que um dia, serviram a guarda de Juno.

    - Por que? – Todos se perguntavam ao mesmo tempo, enquanto Luke, ainda distraído olhando o corpo se colocava a pensar.

    - Por que a guarda, foi responsável pelo assassinato de seus pais, hoje ele queria vingança dos mesmos.

    - Ei... pera ai... – Luke dizia com voz de desespero. – O fato agora não é do assassinato... mas se você o matou... Cara!... Cadê minha recompensa?! Eu andei Kilometros!

    - Bom, me desculpem, não posso lhes oferecer uma recompensa a vocês, sendo que a nós o pegamos... – dizia com uma voz baixa o Cavaleiro.

    Luke então pega a espada na barriga do sicário, pensando se conseguiria vendê-la e conseguir algum lucro com ela.

    - Me desculpem lhes envolver nisso. Mas lhes dou esse emblema de ouro, que representa honra. Aceitem, como prova de nossa gratidão.

    Luke então pega o emblema de má vontade.

    - Obrigado. – O Cavaleiro dizia enquanto dava as costas carregando o corpo do Sicário.

    - Vamos para nossa base, lá poderemos conversar um pouco, e descansar, sei que todos precisam disso.

    Ao chegarem, na base, enquanto se acomodavam, Ermian lhe diziam algumas palavras.

    - Antes de tudo, gostaria de agradecer, e me desculpar, por lhes colocarem em tal situação.

    - Quero um milhão de Zenys. – Luke dizia ainda chateado por sair sem recompensa.

    - Bom, não posso lhe pagar algo com esse valor... pelos menos não agora... – Dizia Ermian sem jeito.

    - Tá me devendo. – Dizia Luke ao sentar-se.

    - Mas... Aceite por enquanto. Um belo banquete – Ermian aponta para as mesas fartas. – Sirvam-se. Bebidas, temos bastante além de Hidromel e claro, muito suco de limão.

    Isso pareceu deixar Luke menos ansioso, e ficaram mais relaxados, com o momento de descontração.

    - E Luke... – Ermian dizia um pouco sem jeito. – Agora que somos, praticamente como irmãos de sangue... – Os dois riam junto da situação. – Gostaria de propor uma irmandade entre nossos grupos, e dizer que lhe serei eternamente grato por me salvar.

    - Bem, eu tenho um irmão de cabelo azul agora. – Luke dizia ao sorrir. Ao estenderem a mão, Luke pega a mão de Ermian e o puxa para perto.

    - Ai – Ermian grita ao sentir a dor em seu ombro. – Vou levar isso como um abraço de irmão. – Ermian dizia rindo enquanto Luke batia em seu ombro.

    - Vou nomear essa irmandade de Irmandade Asfrika. – Luke dizia com um enorme sorriso. Assim como Ermian.

    - Bem vindo a Família. – Ermian dizia.

    - Bem vindo você também. – Dizia Luke ao olhar os demais comemorando.

    E assim, se estendeu a noite, em comemoração, não só pela missão, mas pela grande irmandade que acabara de ser criada.

    FIM.




    Pessoal, pesso desculpas pela ausência das screen shots, é que acabei esquecendo de tirar algumas durante a RP.

    Agradeço a todos pela presença, espero que quem tenha participado tenha gostado, e para aqueles que não puderam estar presentes, possam ter idéia através do relatório, como foi a mesma.

    [Link do Tópico no fórum do Atlas]

    Abraços.
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    Kyon
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    Re: [Relatório] RP Interclã: Vida em Prosa

    Mensagem  Kyon em Dom Set 25, 2011 11:33 am

    Parece ter sido bem interessante, fico triste por não ter comparecido em uma RP tão boa. T.T
    Ao menos deixei de andar tanto e ainda não ganhar a recompensa. xDD
    Peeeeentooooooooooooooooooo! [Cadê vocêêÊ!?!?!? - ja sei...]
    Spoiler:
    Como não estou jogando começarei a ler estas coisas para me sentir como se estivesse. xD

    Além de aparecer no chat para 'gritar': "PENTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!"


      Data/hora atual: Ter Out 24, 2017 7:06 am