A história de Arthur C. Doyle

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    A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Pay On em Seg Abr 16, 2012 9:23 pm

    A história de Arthur C. Doyle

    Cap. 1
    Era um belo dia em Lighthalzen, o sol brilhava, a grama crescia, os pássaros voavam, um bebê nascia e a Corporação Rekenber enterrava mais um corpo de um curioso nos arredores da cidade. Mas nessa história, vamos nos focar apenas no garoto que nascia. Seu nome era Arthur, filho de Lilian Conan Foley e Octavius Altamont Doyle. Lílian tinha os cabelos loiros, sempre presos com uma trança e vestia roupas características de uma caçadora. Octavius era um paladino, tinha os cabelos curtos e azuis, com alguns fios brancos. Ao menos foi assim que Lílian o viu pela primeira vez, pois foi batalhar na Guerra Santa em terras longínquas do leste.
    O nome do garoto vinha do avô paterno, Arthur Altamont Doyle, o conselheiro real. Mesmo com o abandono por parte do pai, Arthur ajudava Lilian financeiramente por consideração, e pelo mesmo motivo ela resolveu homenagear o sogro, dando o nome ao seu filho.
    Arthur cresceu um garoto saudável e feliz, até os seus doze anos. Seu avô parterno falecera, deixando ele e a mãe em uma grave situação financeira. Para piorar a situação, com a morte de Arthur Altamont, Lilian perdeu seu emprego na Corporação Rekenber, que – mesmo não tendo alegado diretamente, Lílian sabia – só tinham contratado a moça por causa de seu sogro influente. Sem dinheiro para pagar as contas, Lilian teve que se mudar para a favela de Lighthalzen, enquanto trabalhava limpando uma mansão na cidade. A mudança financeira afetou também Arthur, que teve que suspender seus estudos de Espadachim e ajudar a mãe como podia. Arthur logo fez amigos na favela, amigos que acabaram levando-o para o mal caminho – ele roubava pra pagar seus estudos. Em pouco tempo foi conseguindo mais dinheiro do que precisava, o que não passou despercebido por sua mãe. Porém ele usava a desculpa de que estava fazendo missões para a guilda e eles pagavam em zenys, e Lilian acreditou.
    Até um dia. Ela tinha arrumado um emprego em uma mansão maior, e consequentemente o salário subiria, e ela estava até pensando em voltar a morar na mansão. Ela estava arrumando o quarto do garoto quando encontrou um Diadema de Fricca de baixo da cama de Arthur. O diadema tinha um nome entalhado que parecia ser característico de Arunafeltz, e Lilian deduziu que seu filho tinha roubado o diadema de alguma sacerdotisa do templo de Rachel. Ela já estava desconfiada do filho e de seus amigos, e o diadema foi a gota d’água.
    Ela esperou Arthur chegar em casa, e mostrou para ele o diadema e mandou-o ir até Arunafeltz devolver o diadema ao dono. Arthur até concordaria, se ele não tivesse um compromisso na noite, ele e os amigos iam assaltar uma das maiores mansões da cidade. Os dois discutiram, e Arthur pegou suas coisas e saiu de casa. “Depois eu faço as pazes com ela e vou devolver o diadema”, pensou ele. “Com o dinheiro que vou fazer nessa missão posso até comprar uma casa em Arunafeltz para morarmos”. O que Arthur não sabia é que a mansão que ele ia assaltar era a mesma que sua mãe trabalhava.

    Cap. 2

    De noite, Lílian, mesmo com todos os problemas e preocupada com seu filho, foi para a mansão trabalhar. A empregada do turno da noite ficava doente, e ela deveria se mostrar o mais prestativa possível em seu primeiro dia de trabalho. Além do mais trabalhar ajudaria ela a esquecer dos problemas.
    Enquanto isso, Arthur combinava os detalhes dos planos com seus amigos. Ele ficaria de guarda na janela, já que era o que tinha melhor aparência e não levantaria suspeitas. Enquanto isso seus outros amigos entrariam na casa pela janela e então se separariam pelos cômodos e pegariam tudo o que achassem de valor.
    Eles chegaram na janela, Arthur ajudou-os a subir e depois que os três entraram sentou na grama, observando o céu. Viu um corvo voando e pensou sobre como seria bom ter a liberdade de voar e ir para onde quisesse. Como que se ouvindo seus pensamentos, o corvo fez uma curva e começou a voar em sua direção, mansamente. Arthur a princípio se assustou, mas, receoso, deixou o corvo pousar em seu ombro. Olhava nos olhos do corvo – olhos vidrados, como se estivessem em transe. Depois de algum tempo, o corvo começou a grasnar: craa, craa – mas a terceira grasnada foi interrompida por um grito – extremamente familiar - que parecia vir da casa.
    Arthur rapidamente se levantou – o que fez o corvo voar e continuar sua rotina antiga, com toda a naturalidade – e pulou a janela agilmente. Na casa começou a andar rapidamente (e silenciosamente) até a cozinha, ou até onde ela provavelmente seria – as casas de Lighthalzen seguiam um padrão, a cozinha geralmente era no andar térreo, e ficava em baixo dos quartos. No caminho encontrou seus amigos, que estavam saindo da casa às pressas. Um deles estava com uma adaga ensanguentada na mão e o que pareciam ser cacos de porcelana nos ombros. Eles tentaram levar Arthur com eles, mas o garoto ignorou-os, como se estivesse hipnotizado. Um deles tentou puxá-lo pela camisa, mas Arthur se virou e empurrou-o com força, e continuou seu caminho naturalmente. Os garotos acharam que era melhor sair o mais rápido dali – o grito provavelmente fora ouvido.
    Arthur chegou na cozinha e se deparou com a imagem – que incrivelmente não o impressionou, como se ele já esperasse por aquilo – de sua mãe caída no chão, sobre uma poça de sangue. No chão haviam alguns estilhaços de porcelana, e, tirando por isso e pelo corpo de Lílian, a cozinha estava perfeitamente normal e alegre. Arthur correu até sua mãe, ela ainda estava respirando, mas os ferimentos eram bem graves. Arthur ficou ali, abraçado com sua mãe, até que a dona da casa, que tinha acordado com o grito, apareceu. Ela tentou separar Arthur e Lílian, mas não conseguiu e correu para chamar a polícia. Quando a polícia chegou Lílian já estava morta, e Arthur foi levado para a delegacia de Lighthalzen como principal suspeito.


    Cap. 3

    Arthur foi julgado culpado pelo assassinato de sua mãe, porém como era menor de idade e órfão não foi condenado, mas foi encaminhado para a Organização Dandelion, onde trabalharia até cumprir sua dívida para com a sociedade. Foi mandado para Morroc em uma carroça, sozinho. Na organização, todas as crianças estranharam-no, provavelmente por conta de suas feições de garoto rico. Não conseguiu fazer amizade com ninguém, com excessão de um garoto que usava roupas estranhas e tinha um cabelo branco – “O sol queimou”, dizia ele –, mas que, mesmo assim era amigo de quase todas as crianças da creche. Ele tentou, várias vezes, introduzir Arthur para os outros garotos, mas ele era muito tímido. E estava satisfeito com o único e bom amigo.

    [...]

    - Arthur! Arthur, acorde! Está chegando gente nova! – dizia Kyon, o garoto dos cabelos brancos.
    Arthur se levantou com pressa. A última criança nova que chegara a Dandelion fora Arthur, e ele não queria perder esta nova “cerimônia”. Chegou até a sala comunal, que ficava de frente para as portas de entrada, e encontrou com as crianças sentadas na tradicional mesa com formato de U, porém bem mais agitadas que em um dia comum. Arthur sentou-se em seu lugar de costume – na ponta da mesa, com Kyon ao seu lado.
    - Eles estão chegando! – Disse uma menina com os cabelos ruivos.
    E a porta abriu-se, revelando uma carroça, a mesma que levara Arthur há dois meses – apelidada pelos garotos de “Prisão Ambulante”, apelido que era mal-visto pelas regentes da Dandelion. O cocheiro abriu a porta, revelando três rostos sujos – que infelizmente eram familiares para Arthur. Eram os três garotos que assaltaram a mansão, e, segundo ele acreditava, mataram sua mãe. Arthur resistiu ao impulso de se atirar contra o mais velho – o que estava segurando a adaga naquela noite – e tentar matá-lo com os próprios punhos - usando uma técnica de relaxamento que ele aprendeu na Guilda dos Espadachins. Se os garotos reconheceram-no não deram sinais. Depois da apresentação formal, eles se sentaram na mesa e tomaram café, sem trocar palavras com ninguém.
    Depois que Arthur tomou café, foi direto para o seu quarto, onde ficou lá a manhã inteira. Ele lembrava como tudo aconteceu – com todos os detalhes, como se tudo não tivesse acontecido há dois meses, e sim no dia anterior. Também ficava bolando planos secretos de como ele poderia matar os garotos – ideias que logo eram abandonadas por serem extremamente absurdas. Passou a tarde lavando louças, mas, distraído em seus pensamentos, quebrou dois pratos, e recebeu como castigo ter que esfregar o chão enquanto todos jantavam. Arthur não ficou abalado, e continuou a lavar as louças naturalmente – agora com um pouco mais de atenção.
    Quando chegou a hora do jantar, as regentes provavelmente esqueceriam-se do castigo de Arthur, se ele mesmo não tivesse as lembrado. Ele pegou o esfregão e o balde, e perguntou para a governanta – Sra. Murte, a com as feições mais cruéis de lá - por onde começar. Ela olhou para o garoto como se ele fosse retartado e depois resmungou um “na sala comunal”, e Arthur foi limpar a sala comunal, com uma certa satisfação. Começou pela entrada, e parou para observar um pouco a paisagem – o crepúsculo de Morroc era lindo, fazia-o lembrar de uma bela canção que ouviu um bardo tocar, “Crepúsculo Sangrento”. A música lembrava Arthur de uma velha história de um Algoz que matou um exército inteiro para libertar sua amada. Era o sentimento que Arthur sentia naquele momento. Mas logo voltou ao trabalho, com medo da represália da Sra. Murte, que era muito severa – e provavelmente não perderia a chance de ter o chão limpo sem ter que pagar ninguém pra fazer isso.
    Arthur viu Kyon, que deu uma acenada e apontou para o lugar de Arthur, que mostrou o esfregão e fez uma cara de “me desculpe”. Kyon então voltou a conversar com seus amigos. Arthur deu uma olhada na mesa – que agora estava cheia, em comparação com quando ele começou a esfregar o chão. Viu todos os rostos já conhecidos e também os três novos, que continuavam com uma expressão fechada, e sem falar com ninguém a não serem os outros dois do grupo.
    Arthur estava quase terminando de limpar, só faltava a parte de trás das cadeiras, onde ele ouviu várias risadinhas das outras crianças. Quando estava na ponta da mesa onde estavam os garotos novos, Arthur começou a sentir um frio na barriga. Um dos garotos - o mais velho, e o que estava segurando adaga ensanguentada naquela noite - levantou para colocar o prato na pia e esbarrou com Arthur, derrubando o prato. O garoto ia xingar Arthur quando parou e deu uma boa olhada em seu rosto.
    - Peraí.. eu conheço você.. Você era o garoto que estava lá na m-
    O garoto foi bruscamente interrompido por Arthur, que bateu com o cabo do esfregão na barriga dele. O plano de Arthur estava se saindo razoavelmente bem. Enquanto terminava de lavar a louça ele finalmente tinha conseguido pensar em um plano que não era tão exagerado – e não envolvia matar um dos garotos. Ele deixaria a parte de trás das cadeiras para limpar por último, e esperaria um dos garotos se levantar e trombaria propositalmente com ele. Depois, Arthur bateria nele o quanto conseguisse com o cabo de vassoura e sairia correndo pela janela, que ele deixou aberta com a desculpa de ver o crepúsculo. Tudo estava indo muito bem, a não ser pelos dois outros amigos que se colocaram entre Arthur e a janela. Arthur não sabia como eles chegaram ali tão rápido, mas não ia deixar que eles o impedissem. Pegou o cabo de vassoura e acertou na barriga de um deles, e quando foi dar o golpe no outro, ele tirou uma adaga da cintura e cortou o cabo, e depois atacou Arthur. Ele conseguiu desviar do primeiro golpe, mas o garoto usou uma infame técnica dos gatunos – o Ataque Duplo – que fez um talho nos dois olhos de Arthur. Logo em seguida ele ouviu toda a equipe da Dandelion ali, para ver o motivo da confusão, depois perdeu a consciência.

    Cap. 4

    Arthur acordou ouvindo um barulho de cavalos, porém não via nada. Presumiu que estava na carroça da Dandelion, porém estranhou o fato de as cortinas estarem fechadas, – estranhava a carroça ter cortinas, pra ser exato. - pois não enxergava nada.
    Porém ele estranhou mais ainda o sonho esquisito que teve. Ele sonhou com a Dandelion, que tinha feito amigos lá, e que tudo tinha acabado quando ele brigou com os garotos que tinham assaltado a mansão em que sua mãe foi morta. Em um movimento impulsivo, Arthur levou a mão aos olhos e – para a sua surpresa – encontrou lá um talho idêntico ao que o garoto tinha feito em seu sonho. Arthur então percebeu que o seu sonho na verdade era realidade, e que a carroça não tinha nenhuma cortina; ele estava cego. Depois que caiu em si, desatou a chorar.

    [...]

    Sentiu a carroça parar, e depois de pouco tempo ouviu a porta da carroça sendo aberta. Sentiu-se sendo levantado e depois colocado no chão.
    - Seja bem-vindo a Prontera. A capital de Rune-Midgard. – O homem fez uma pausa – Queria que você pudesse ver agora... É uma cidade linda.
    Arthur julgou a voz sendo a do cocheiro, que depois levou-o até o portão da cidade, onde encontrou-se com um padre.
    - É este o garoto? – Perguntou o padre.
    - Sim. A Dandelion mandou-o como lembrete à velha alian-
    - Tá, tá, tá. Já entendi, pode ir agora. – O padre fez um gesto com a mão para o cocheiro sair. Depois pegou Arthur pelo braço e levou-o em direção à Catedral.
    Porém no caminho eles foram parados pela comitiva dos templários, que saiam para mais uma missão, e nessas ocasiões todos os mercadores e transeuntes eram obrigados a dar passagem. O padre olhou para os templários com certo desprezo enquanto eles passavam. Enquanto isso um Guardião Real encarava Arthur, que, não vendo nada, estava muito confuso. Depois que a comitiva passou, o Guardião se aproximou do padre, e perguntou sobre o garoto.
    - Oh, é um garoto da Organização. Ele levou uma facada nos olhos, não é mais útil para eles. – Disse o padre.
    - Ele me lembra meu avô... – Disse o Guardião. E, sussurrando para o padre, continuou – Ele não vai ser tão útil para você. Já esses quinze mil zenys aqui vão – Disse ele colocando discretamente um saco de moedas na mão do padre.
    - Tudo bem, tudo bem. Mas você nunca me viu, Sir Octavius.

    [...]

    Sir Octavius Altamont Doyle era um renomado guardião real Rune-Midgardiano. Ele foi um dos poucos sobreviventes da Grande Cruzada das Terras Longínquas do Leste, onde teve que abandonar sua namorada, que estava grávida. Quando voltou da Cruzada, não conseguiu achar notícias de sua mulher, nem de seu filho. Uns diziam que eles tinham ido para Arunafeltz, outros que tinham morrido, e até rumores absurdos de que ela tinha perdido todo seu dinheiro e estaria trabalhando de empregada. Sem a mulher e o avô, que falecera meses antes do fim da Cruzada, Octavius resolveu se dedicar à sua profissão, para tentar esquecer-se de seu passado. Foi condecorado como cavaleiro, junto com seus outros colegas que tinham sobrevivido, mas ele foi o único que continuou na profissão. Foi promovido a paladino e pouco tempo depois se tornou guardião real. Com o seu posto alto, ele teve acesso a documentos restritos, porém não achou nada sobre sua mulher e seu filho. Já tinha dado os dois como mortos quando encontrou o garoto idêntico ao seu falecido avô quando jovem. Já sabia como lidar com padres, então subornou o que acompanhava o garoto com a desculpa que precisava de um escravo.

    [...]

    - Sally, pode servir o jantar!
    Era de noite, Arthur estava na casa de Octavius, ambos estavam sentados na mesa de jantar. Um cheiro saboroso de pernas de gafanhoto fritas com crocodilo no vapor vinha da cozinha. A sala de jantar era decorada com algumas espadas, escudos, emblemas e alguns espólios de batalha.
    Uma jovem com um uniforme que lembrava bastante uma Alice entrou na sala quando Arthur terminava de contar como ficou cego, e colocou as pernas de gafanhoto fritas, o crocodilo no vapor e uma garrafa de Tristam 12 Anos em cima da mesa, e – percebendo que Arthur era cego – foi ajudar o garoto a comer, porém foi interrompida por Octavius, que resolvera alimentar o garoto ele mesmo. Octavius estava com Arthur no colo e segurava os pulsos dele, coordenando seus movimentos.
    - Hmm, então você está órfão, certo? – Disse Octavius.
    - Arrã. Aquele padre ia me levar para a igreja. – Arthur fez uma pausa – Será que o senhor não pode convencer ele a me deixar na Guilda dos Espadachins? Eu não tenho vocação pra padre, sabe...
    - Oh, quer ser um cavaleiro?
    - Cavaleiro não. Templário. – Disse Arthur, o que tirou um sorriso da boca de Octavius.
    - Sabe, eu tinha um avô que se parecia muito com você. Também tinha uma namorada. Ela se chamava Lílian. É um nome bonito, não? – No que ele disse isso Arthur teve um sobressalto. Octavius não pode esconder a lágrima escorrendo do rosto. Minhas suspeitas estavam certas, pensou ele.
    - Minha mãe tinha esse nome – disse Arthur com a voz trêmula -, e ela também sempre me dizia que eu parecia muito com meu avô. E meu pai...
    - Seu pai está aqui, filho – Disse Octavius, abraçando Arthur.

    Depois desse dia Octavius arrumou os papéis da adoção de Arthur, e inscreveu-o de volta na Guilda dos Espadachins. Depois de pouco tempo Arthur se formou Espadachim e ingressou na Guilda dos Templários. Entrou em um Clã, chamado Guardiões de Freya e, com a ajuda de seus amigos e a influência de seu pai se tornou um Paladino. Conseguiu recuperar parte da sua visão, o que atribuiu a uma Bênção de Odin. Arthur despareceu às vésperas do Fim do Ano, e as últimas notícias que os Guardiões tiveram dele foi um bilhete, assinado pelo próprio, onde ele dizia estar em uma cabana na Vila dos Orcs, e pedia para os Guardiões aparecerem com sigilo. Porém quando os Guardiões chegaram ao local a cabana indicada estava vazia. Até hoje seu paradeiro é desconhecido.

    Fim(?)


    Segunda-feira, 16 de Abril de 2012.
    Bom, comecei a escrever essa fic hoje, resolvi escrever ela pois acho que ficou um buraco na história do Arthur que eu quero preencher. Já estava escrevendo ela antes de sair, mas perdi o documento então vou recriá-la. A história vai descrever desde a infância de Arthur até a razão de sua saída. Qualquer problema com a leitura é só falar, resolvi experimentar essa fonte diferente, mas se preferirem posso tirar. É só isso, divirtam-se.
    --
    Sexta-feira, 20 de Abril de 2012.
    Postei o segundo capítulo, e dei uma revisada no primeiro - nada que mude na história, apenas alguns erros ortográficos.
    [ironia]Agradeço os comentários e as críticas construtivas, e espero que, seguindo as críticas de vocês, eu possa se tornar um escritor muito melhor[/ironia]

    --
    Segunda-feira, 23 de Abril de 2012.
    Primeiro e segundo capítulo revisados. Desta vez recomendo a releitura para melhor entendimento da história. Agradecimento especial para Kyon, que me deu a dica sobre os detalhes.
    --
    Segunda-feira, 30 de Abril de 2012.
    Capítulo 3 postado. Novamente obrigado a Kyon, que me deixou usar o personagem dele nessa passagem da fic.

    Divirtam-se!
    --
    Segunda-feira, 14 de Maio de 2012.
    Capítulo 4 postado. Fiz algumas alterações, antes eu estava narrando totalmente na visão do Arthur, agora a narração ficou mais em terceira pessoa, já que o Arthur não tem mais visão nenhuma...
    --
    Segunda-feira, 28 de Maio de 2012.
    Capítulo 4 editado. Concluí a história, pelo menos por enquanto.


    Última edição por Pay On em Seg Maio 28, 2012 3:42 pm, editado 4 vez(es)
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Pay On em Sex Abr 20, 2012 2:56 pm

    *bump*

    Capítulo 2 postado.
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Kyon em Sex Abr 20, 2012 5:06 pm

    Está bem interessante a Fanfic e como os capítulos são curtos realmente não há a necessidade de ser um em cada post. E nós confiamos em você, por isso não postamos nada, mas como quer ajuda irei comentar. Lembrando que sou bem crítico. u.u

    Acho que poderia trabalhar mais o que os personagens estão sentindo, como o que você, Elyod, pensou ao ver sua mãe caída no chão, o que passou por sua cabeça, Elyod, etc. Claro, talvez tenha deixado isso para o capítulo três, mas creio que ficaria melhor no dois, pois se for fazer no terceiro será algo meio que "cortado demais". Fora que

    e os dois ficaram chorando, até a chegada da polícia.

    Como assim? O que os carinhas fizeram? Eles não deveriam tentar levar você? Você não sentiria raiva do que fez e tentaria impedí-los de roubar a mansão, de terminar de roubar, não tentaria bater neles? Viu só como descrever o que vocÊ sentiu e pensou na hora ajudaria a dar sequência no que você faria depois? Fora que acho que dizer o que os outros, companheiros da "gangue", pensaram e fizeram. Se te abandonaram, se te atacaram ao abandoná-los, etc. Afinal você mesmo narrou que é bem difícil a polícia aparecer e o grito pode não ter sido alto o suficiente para chamar atenção... enfim.

    Espero estar ajudando vossa pessoa a "se tornar um escritor muito melhor". XDD

    Até! \o

    Spoiler:
    *Kyon deixa valor da consulta, dentro de um envelope, com Elyod*
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Pay On em Dom Abr 22, 2012 1:51 pm

    Opa Kyon, valeu por comentar. Eu tava reparando nisso que você disse aí, não sou muito de descrever cenários ou sentimentos. Vou começar a prestar mais atenção nisso, e segunda tento dar uma editada nos dois capítulos descrevendo melhor.

    Obrigado por comentar!




    Capítulos 1 e 2 revisados.
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  -Rockstar- em Qui Abr 26, 2012 4:13 pm

    É cedo para tecer uma crítica consistente, dois capítulos curtos ainda nem da para definir um enredo, mas sim uma apresentação. Acredito que a sua intenção é conduzir-nos para uma história policial -vide o nome do protagonista- mas que agora está perdendo um pouco de qualidade pela pressa que você está tendo em narrar os fatos. Sem participação dos personagens em momentos de tensão, sendo somente apresentados nas cenas. Quanto a qualidade dos capítulos tá muito boa na escrita e pontuação, deixando-a bem organizada. Vou aguardar mais alguns capítulos para expressar melhor o que eu penso, mas lembre-se que eu sou só um leitor.

    Abraços, Rockstar.


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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Pay On em Seg Abr 30, 2012 5:01 pm

    Capítulo 3 postado!

    -Rockstar- escreveu:É cedo para tecer uma crítica consistente, dois capítulos curtos ainda nem da para definir um enredo, mas sim uma apresentação. Acredito que a sua intenção é conduzir-nos para uma história policial -vide o nome do protagonista- mas que agora está perdendo um pouco de qualidade pela pressa que você está tendo em narrar os fatos. Sem participação dos personagens em momentos de tensão, sendo somente apresentados nas cenas. Quanto a qualidade dos capítulos tá muito boa na escrita e pontuação, deixando-a bem organizada. Vou aguardar mais alguns capítulos para expressar melhor o que eu penso, mas lembre-se que eu sou só um leitor.

    Abraços, Rockstar.

    Concordo, Rock. Não só está mais para apresentação como, afinal de contas, é uma biografia que eu estou tentando transformar em fanfic. Mas já estou tentando adicionar mais detalhes e contar tudo com calma - o que eu acredito que consegui com o capítulo 3. Obrigado pelo comentário, cara.
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Pay On em Seg Maio 14, 2012 3:51 pm

    *bump*
    Capítulo 4 postado!

    Ficou bem curto, talvez a continuação seja ainda nesse mesmo capítulo. De qualquer forma, divirtam-se.
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Power Ranger Azul Piscina em Seg Maio 21, 2012 1:25 pm

    Nossa, queria ter um terço da habilidade de escrita que ocê, o Rock, o Icarus e o Pento tem D:
    Muito bom, sério, muito bom mesmo. Só que eu achei história um pouco corrida, como se estivesse rezando para que acabasse, poucos diálogos deixaram a história mais para a imaginação, a descrição do cenário está ótimo, mas como aprendi com algumas pessoas, sempre pode melhorar. Espero o próximo capítulo Pay, abyga Õ7
    Muito boa a história como já disse, realmente gostei *-*
    É isso, até então \õ
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  -Rockstar- em Ter Maio 22, 2012 1:23 pm

    Esperando o próximo capítulo! Está ficando muito bom, principalmente esse último, achei que iria cair em clichê mas divergiu totalmente.
    Estou curioso e aguardando essa história! Ah sim, um conselho, só troque de capítulos se for mudar o foco do narrador ^^"

    Abraços, Rockstar.


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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Pay On em Seg Maio 28, 2012 4:00 pm

    *BUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMPPPP*
    Bear escreveu:Nossa, queria ter um terço da habilidade de escrita que ocê, o Rock, o Icarus e o Pento tem D:
    Muito bom, sério, muito bom mesmo. Só que eu achei história um pouco corrida, como se estivesse rezando para que acabasse, poucos diálogos deixaram a história mais para a imaginação, a descrição do cenário está ótimo, mas como aprendi com algumas pessoas, sempre pode melhorar. Espero o próximo capítulo Pay, abyga Õ7
    Muito boa a história como já disse, realmente gostei *-*
    É isso, até então \õ

    Bah, pare de ser modesto, Bear. >_>
    Não tive tempo de ler essa sua fic mais recente ainda, mas pelo que li lá na do Joel tu escreve bem daora. :3

    Sobre a história estar bem corrida, concordo, não sei se já citei isso no tópico, na verdade eu estava rezando pra que acabasse] tenho que melhorar isso em fics futuras.

    -Rockstar- escreveu:Esperando o próximo capítulo! Está ficando muito bom, principalmente esse último, achei que iria cair em clichê mas divergiu totalmente.
    Estou curioso e aguardando essa história! Ah sim, um conselho, só troque de capítulos se for mudar o foco do narrador ^^"

    Abraços, Rockstar.

    Valeuzão, Rock, e, pensando bem, (nossa, quanta vírgula <_<) sua dica faz bastante sentido. Vou ficar de olho nisso em fics futuras.




    A fic está terminada por enquanto, pretendo marcar uma RP (aliás o link vai aparecer magicamente aqui -> ) que vai revelar o atual paradeiro do Arthur.


    Última edição por Pay On em Seg Maio 28, 2012 5:21 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: A história de Arthur C. Doyle

    Mensagem  Power Ranger Azul Piscina em Seg Maio 28, 2012 4:15 pm

    Nossa, ficou bem legal o final da fic, embora um certo clichê por ter um reencontro diferenciou bastante o fato de o pai ter mentido para conseguir levar o filho, já que na maioria dos casos o pai começa a chorar e diz que passou tempos longe do filho e que o maior sonho seria reencontra-lo e blablabla.
    Bom é esse o meu comentário, não notei nenhum erro que incomodasse a minha leitura, mas é isso.
    Muito bom e espero a RP Õ7 ou o relatório da mesma t-t

    E espero que escreva o Doppelganging. 2 ù_u

    Até PAYY! õ/

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    Re: A história de Arthur C. Doyle

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